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<title>ABRAJI :: Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo</title>
<link>http://www.abraji.org.br</link>
<description>A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo foi criada por um grupo de jornalistas brasileiros interessados em trocar experiências, informações e dicas sobre reportagem, principalmente sobre reportagens investigativas.

</description>
<language>pt-br</language>
<webMaster>abraji@abraji.org.br</webMaster>
<item><title><![CDATA[Imprensa oficial cubana exige maior acesso a informações de fontes governamentais]]></title><link><![CDATA[http://www.abraji.org.br/?id=90&id_noticia=1912]]></link><description><![CDATA[<p>Publicado em <a href="http://knightcenter.utexas.edu/pt-br/blog/imprensa-oficial-cubana-exige-maior-acesso-informacoes-de-fontes-governamentais" target="_blank">2 de fevereiro de 2012 no Blog do Centro Knight para o Jornalismo nas Am&eacute;ricas</a></p>
<p>O Sindicato de Jornalistas de Cuba (UPEC), uma entidade alinhada com o governo cubano, <a href="http://www.upec.cu/noticias/febrero12/01/01.htm" target="_blank">exigiu maior abertura informativa das fontes oficiais</a>, segundo anunciou a pr&oacute;pria organiza&ccedil;&atilde;o.<br /><br />O presidente do UPEC, <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Tubal_P%C3%A1ez_Hern%C3%A1ndez" target="_blank">Tubal P&aacute;ez Hern&aacute;ndez</a>, ressaltou o papel da imprensa em momentos de mudan&ccedil;a do atual modelo econ&ocirc;mico e social.<br /><br />A diretora do jornal Granma na prov&iacute;ncia de Cienfuegos reclamou da &ldquo;<a href="http://feeds.univision.com/feeds/article/2012-02-01/lider-de-periodistas-de-cuba" target="_blank">demora nas respostas ou do sil&ecirc;ncio de organismos</a> e empresas diante das queixas que os leitores enviam&rdquo;, de acordo com a ag&ecirc;ncia AFP.<br /><br />At&eacute; o presidente Ra&uacute;l Castro criticou o &ldquo;secretismo&rdquo; oficial que o regime cubano fomentou e o jornal oficial Granma acusou funcion&aacute;rios estatais de <a href="http://www.diariodecuba.com/cuba/9407-la-oficialista-union-de-periodistas-de-cuba-se-queja-de-problemas-para-informar" target="_blank">obstruir o acesso dos meios de comunica&ccedil;&atilde;o &agrave; informa&ccedil;&atilde;o</a>, informou Diario de Cuba.<br /><br />Durante a Primeira Confer&ecirc;ncia Nacional do Partido Comunista, tamb&eacute;m se debateu sobre a <a href="http://www.radioreloj.cu/index.php/noticias-radio-reloj/36-nacionales/7140-identifican-prioridades-de-la-prensa-cubana" target="_blank">sele&ccedil;&atilde;o dos alunos para a carreira de jornalismo</a> e a coloca&ccedil;&atilde;o de rec&eacute;m-formados, de acordo com a R&aacute;dio Rel&oacute;gio.</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Jornalistas vs. números: embate clássico]]></title><link><![CDATA[http://www.abraji.org.br/?id=90&id_noticia=1911]]></link><description><![CDATA[<p><img style="float: left; margin-left: 10px; margin-right: 10px;" src="http://farm5.staticflickr.com/4066/4623512730_4786ab8acc_m.jpg" alt="C&aacute;lculos" width="171" height="114" />Quando se fala em jornalismo investigativo, uma das vertentes mais lembradas &eacute; o jornalismo baseado em dados. Mas a rela&ccedil;&atilde;o de jornalistas com n&uacute;meros nem sempre &eacute; harmoniosa. No Reino Unido, a Sociedade Real de Estat&iacute;stica lan&ccedil;ou um conjunto de 12 regras para jornalistas interpretarem n&uacute;meros corretamente - a lista de "higiene num&eacute;rica". O ex-jornalista David Walker est&aacute; &agrave; frente da iniciativa, chamada Getstats, e considera a lista essencial para qualquer rep&oacute;rter. <br />&nbsp;<br />O grupo tamb&eacute;m prop&otilde;e que escolas de jornalismo incluam o ensino de estat&iacute;stica na forma&ccedil;&atilde;o de rep&oacute;rteres.<br />&nbsp;<strong><br />Check-list da "higiene num&eacute;rica"</strong><br />1. Cuidado com quem fornece os dados. Quem os processou; quais s&atilde;o as credenciais do fornecedor; ele est&aacute; vendendo algo?<br />&nbsp;<br />2. Se a reportagem &eacute; baseada em uma amostra, essa amostra &eacute; uma representa&ccedil;&atilde;o justa do plano maior?<br />&nbsp;<br />3. O que exatamente os pesquisadores perguntaram (em casos de enquetes ou pesquisas de opini&atilde;o, por exemplo)? O que o p&uacute;blico entende pode n&atilde;o coincidir com a ideia que o pesquisador tinha ao formular a quest&atilde;o.<br />&nbsp;<br />4. Que tipo de dado foi fornecido: m&eacute;dia ou mediana?<br />&nbsp;<br />5. Ao trabalhar com uma amostra, cheque a margem de erro fornecida. Dependendo do caso, a compara&ccedil;&atilde;o entre dois ou mais elementos fica prejudicada. Por exemplo, uma pesquisa que aponta que 52% de pessoas s&atilde;o a favor do aborto e tem margem de erro de 3 pontos n&atilde;o afirma categoricamente que mais da metade dos entrevistados &eacute; a favor do aborto.<br />&nbsp;<br />6. Uma altera&ccedil;&atilde;o nos n&uacute;meros n&atilde;o representa uma tend&ecirc;ncia. Desvios aparecem frequentemente. Por exemplo: um n&uacute;mero que seja muito maior do que os demais pode prejudicar o c&aacute;lculo de uma m&eacute;dia simples.<br />&nbsp;<br />7. Cuidado ao fazer associa&ccedil;&otilde;es de causa e efeito. N&uacute;meros nem sempre fornecem rela&ccedil;&otilde;es diretas.<br />&nbsp;<br />8. Na hora de mostrar casos raros/diferentes, as reportagens devem contextualiz&aacute;-los.<br />&nbsp;<br />9. Compara&ccedil;&otilde;es podem fazer riscos ficarem mais intelig&iacute;veis. Ao apresentar o risco de morrer durante uma cirurgia com anestesia geral, por exemplo, diga que ele &eacute; igual, em m&eacute;dia, ao risco de morrer andando de moto a 100 km/h.<br />&nbsp;<br />10. D&ecirc; uma vis&atilde;o equilibrada dos n&uacute;meros que est&atilde;o sendo mostrados. "Pode ser de at&eacute; 1.000" aponta para um extremo; melhor dizer "&eacute; pouco prov&aacute;vel que seja maior do que 1.000".<br />&nbsp;<br />11. Ao mostrar a frequ&ecirc;ncia de um evento, fa&ccedil;a-o em&nbsp; rela&ccedil;&atilde;o a um certo n&uacute;mero de pessoas. Por exemplo: uma em cada cem pessoas s&atilde;o atingidas por raios na cidade de Jundia&iacute;.<br />&nbsp;<br />12. Use gr&aacute;ficos s&oacute; quando forem claros e contarem a hist&oacute;ria que est&aacute; no texto.<br />&nbsp;<br /><strong>Perdendo o medo</strong><br />Alberto Cairo, ex-diretor de infografia da revista &Eacute;poca, <a href="http://blogs.elpais.com/periodismo-con-futuro/2011/09/periodistanumeros.html" target="_blank">recomendou no blog Periodismo com Futuro</a> leituras que podem ajudar a criar mais intimidade com n&uacute;meros e estat&iacute;sticas.<br />&nbsp;<br /><em>Livros</em><br /><a href="http://www.unc.edu/~pmeyer/book/" target="_blank">Precision Journalism</a> <br /><a href="http://books.google.com.br/books/about/Statistics_explained.html?id=16PzAY8g0F4C&amp;redir_esc=y" target="_blank">Statistics Explained</a> <br /><a href="http://www.mendeley.com/research/thematic-cartography-and-geovisualization" target="_blank">Thematic Cartography and Geographic Visualization</a><br /><a href="http://books.google.com.br/books/about/Damned_lies_and_statistics.html?id=685UteNN_4AC&amp;redir_esc=y" target="_blank">Damned Lies and Statistics</a><br />&nbsp;<br /><em>On-line</em><br /><a href="http://ocw.mit.edu/index.htm" target="_blank">Cursos gratuitos do MIT</a> (Massachussets Institute of Technology)<br /><a href="http://www.datajournalismblog.com/" target="_blank">Data Journalism Blog</a><br /><a href="http://thestatsblog.wordpress.com/" target="_blank">The Stats Blog</a> <br /><a href="http://statswithcats.wordpress.com/" target="_blank">Stats with Cats</a><br />&nbsp;<br /><em>Com informa&ccedil;&otilde;es de Journalism.co.uk e blog Periodismo con Futuro</em></p>]]></description></item><item><title><![CDATA[]]></title><link><![CDATA[http://www.abraji.org.br/?id=90&id_noticia=1909]]></link><description><![CDATA[]]></description></item><item><title><![CDATA[Governo de SP cria grupo técnico sobre implementação da Lei de Acesso no Estado]]></title><link><![CDATA[http://www.abraji.org.br/?id=90&id_noticia=1908]]></link><description><![CDATA[<p>Publicado em <a href="http://www.informacaopublica.org.br/node/2109" target="_blank">1&ordm; de fevereiro de 2012 no F&oacute;rum de Direito de Acesso a Informa&ccedil;&otilde;es P&uacute;blicas<br /></a><br /><img style="float: left; margin-left: 10px; margin-right: 10px;" src="http://www.informacaopublica.org.br/sites/default/files/carlosbacelar.jpg" alt="Carlos Bacelar" width="150" height="181" />A Casa Civil do governo paulista criou, em 9 de janeiro, um grupo t&eacute;cnico para elaborar decreto de regulamenta&ccedil;&atilde;o do acesso a informa&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas no Estado, com base na <a href="http://www.informacaopublica.org.br/node/1084" target="_blank">Lei de Acesso a Informa&ccedil;&otilde;es P&uacute;blicas</a>. O grupo ser&aacute; composto por representantes da Procuradoria-Geral do Estado e de quatro secretarias: Casa Civil, Planejamento, Fazenda e Gest&atilde;o P&uacute;blica. A coordena&ccedil;&atilde;o est&aacute; a cargo de Carlos Bacellar (foto), coordenador do Arquivo P&uacute;blico do Estado de S&atilde;o Paulo.<br /><br />Os trabalhos foram iniciados no &uacute;ltimo dia 26, e o resultado dever&aacute; ser apresentado no in&iacute;cio de mar&ccedil;o. Al&eacute;m de regular o acesso a informa&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas, o decreto elaborado pelo grupo dever&aacute; abordar a quest&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es sigilosas existentes na administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica estadual.</p>
<p>A cria&ccedil;&atilde;o de um decreto estadual &eacute; necess&aacute;ria pelo fato de a Lei de Acesso ser restrita &agrave; esfera federal, conforme determina a Constitui&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s.<br /><br />Veja a <a href="http://www.imprensaoficial.com.br/PortalIO/DO/BuscaDO2001Documento_11_4.aspx?link=/2012/executivo%2520secao%2520i/janeiro/10/pag_0006_B6OT2T5NA25KQeEJSGASFUBE770.pdf&amp;pagina=6&amp;data=10/01/2012&amp;caderno=Executivo%20I&amp;paginaordenacao=100006" target="_blank">&iacute;ntegra da Resolu&ccedil;&atilde;o CC-3</a>, que instituiu o grupo.<br /><br /><em>Foto: Elisabete Savioli/APESP</em></p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Estados não passam informações sobre segurança, diz Abraji]]></title><link><![CDATA[http://www.abraji.org.br/?id=90&id_noticia=1907]]></link><description><![CDATA[<p>Publicado em <a href="http://oglobo.globo.com/pais/estados-nao-passam-informacoes-sobre-seguranca-diz-abraji-3837651" target="_blank">1&ordm; de fevereiro de 2012 em O Globo</a></p>
<p>O estudo &ldquo;Mapa do Acesso&rdquo; vers&atilde;o 2011, produzido pela Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), mostra que os &oacute;rg&atilde;os estaduais n&atilde;o passam dados sobre seguran&ccedil;a p&uacute;blica. Segundo a Abraji, 52% das secretarias de seguran&ccedil;a p&uacute;blica ou similares n&atilde;o responderam a questionamentos sobre o assunto e 48% o fizeram de forma incompleta, ou seja, ningu&eacute;m prestou informa&ccedil;&otilde;es satisfat&oacute;rias.<br /><br />No dia 16 de maio, entrar&aacute; em vigor a <a href="http://oglobo.globo.com/pais/dilma-rousseff-sanciona-lei-que-institui-comissao-da-verdade-3265626" target="_blank">Lei de Acesso &agrave; Informa&ccedil;&atilde;o, sancionada pela presidente Dilma Rousseff em novembro passado</a> e que permite &agrave; popula&ccedil;&atilde;o consultar documentos produzidos pelos poderes Executivo, Legislativo e Judici&aacute;rio de forma a dar mais transpar&ecirc;ncia aos atos da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, em todas as esferas governamentais.<br /><br />Segundo Ivana Moreira, coordenadora do estudo da Abraji, foram enviadas perguntas &agrave;s assessorias de imprensa das respectivas secretarias de todos os estados da federa&ccedil;&atilde;o e Distrito Federal. Os questionamentos abordaram informa&ccedil;&otilde;es sobre o n&uacute;mero de detentos e de unidades prisionais naquele estado, os gastos por detento e o or&ccedil;amento executado em cada uma das unidades n&atilde;o s&oacute; em 2011, como tamb&eacute;m nos tr&ecirc;s anos anteriores.<br /><br />- Muitas vezes a assessoria (de imprensa) nega a informa&ccedil;&atilde;o mesmo quando ela est&aacute; publicada em algum link no site da pr&oacute;pria pasta. &Eacute; uma cultura comum do funcionalismo p&uacute;blico, diria - declarou a coordenadora.<br /><br />Ivana explica que foi dado um prazo de cerca de uma semana para os questionamentos serem respondidos. Antes de enviar as perguntas, a Abraji havia feito contato pr&eacute;vio com cada uma das assessorias de imprensa.<br /><br />- Resolvemos focar em uma preocupa&ccedil;&atilde;o muito grande da popula&ccedil;&atilde;o. O objetivo era ver como as institui&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas reagem de acordo com o direito &agrave; informa&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o s&oacute; no &acirc;mbito jornal&iacute;stico, j&aacute; que esses dados deveriam ser p&uacute;blicos, para qualquer cidad&atilde;o.<br /><br />De acordo com a coordenadora do estudo, um dos principais desafios da Lei de Acesso &agrave; Informa&ccedil;&atilde;o - al&eacute;m de mudar a cultura do funcionalismo p&uacute;blico e da popula&ccedil;&atilde;o, j&aacute; que as informa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o p&uacute;blicas &ndash; &eacute; aplic&aacute;-la em todas as esferas.<br /><br />- Cada ano a gente vai mudando de esfera, no estudo. Os melhores resultados v&ecirc;m das (esferas) federal e estadual. No &acirc;mbito das prefeituras, a pouca cultura da transpar&ecirc;ncia &eacute; mais grave. A lei tem de ter mecanismos para oferecer informa&ccedil;&otilde;es ao cidad&atilde;o. Muitos n&atilde;o t&ecirc;m consci&ecirc;ncia de que isso &eacute; um direito &ndash; ressalta Ivana, dizendo que muitos dos equipamentos p&uacute;blicos, como subprefeituras e administra&ccedil;&otilde;es regionais, deveriam se adequar &agrave; lei, uma vez que s&atilde;o esses locais os mais &ldquo;pr&oacute;ximos&rdquo; do cidad&atilde;o.<br /><br />Faltam equipamentos para melhorar servi&ccedil;o<br /><br />Para V&acirc;nia Vieira, diretora de Preven&ccedil;&atilde;o da Corrup&ccedil;&atilde;o da Controladoria-Geral da Uni&atilde;o (CGU), os desafios para a aplica&ccedil;&atilde;o da Lei de Acesso &agrave; Informa&ccedil;&atilde;o v&atilde;o desde a quest&atilde;o cultural at&eacute; o melhor aparelhamento de todas as esferas de governo.<br /><br />- Temos a quest&atilde;o da dissemina&ccedil;&atilde;o no conte&uacute;do at&eacute; a mudan&ccedil;a de cultura, apontada pelos especialistas como uma das principais dificuldades. A informa&ccedil;&atilde;o &eacute; publica, um direito constitucional e n&atilde;o temos muita tradi&ccedil;&atilde;o em gerir bem nossos conhecimentos, a nossa informa&ccedil;&atilde;o. Uma lei de acesso &agrave; informa&ccedil;&atilde;o requer uma melhora na gest&atilde;o e isso n&oacute;s estamos tratando, junto &agrave; Casa Civil, em &acirc;mbito federal.<br /><br />V&acirc;nia, no entanto, considera o tempo para a aplica&ccedil;&atilde;o da Lei, da san&ccedil;&atilde;o presidencial at&eacute; que ela entre em vigor, seis meses, curto.<br /><br />- Essa demanda requer um esfor&ccedil;o extra do governo. Em outros pa&iacute;ses, como a Inglaterra, o prazo, por exemplo, foi de cinco anos para a implementa&ccedil;&atilde;o. &Eacute; fundamental dispor de estrutura, capacidade institucional.<br /><br />Ela ressalta ainda que a lei complementar 131/2009, da transpar&ecirc;ncia das contas p&uacute;blicas, j&aacute; obriga os governos a colocarem na internet informa&ccedil;&otilde;es de interesse da popula&ccedil;&atilde;o e que a nova lei &ldquo;pouco inova no que diz respeito &agrave; transpar&ecirc;ncia ativa&rdquo;.<br /><br />Pela Lei de Acesso &agrave; Informa&ccedil;&atilde;o, cada &oacute;rg&atilde;o das esferas p&uacute;blicas federal, estadual e municipal vai ter que publicar em sua p&aacute;gina na internet informa&ccedil;&otilde;es sobre atua&ccedil;&atilde;o, como contratos, licita&ccedil;&otilde;es, gastos com obras, repasses ou transfer&ecirc;ncias de recursos.</p>
<p>
<hr />
<em>A Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) coordena o F&oacute;rum de Direito de Acesso a Informa&ccedil;&otilde;es P&uacute;blicas (www.informacaopublica.org.br), coaliz&atilde;o de 25 entidades da sociedade civil. Desde sua funda&ccedil;&atilde;o, em 2003, acompanha todo o debate em torno da aprova&ccedil;&atilde;o de uma lei de acesso ampla para o pa&iacute;s.<br /><br />No in&iacute;cio de 2009, o F&oacute;rum realizou o Semin&aacute;rio Internacional sobre Direito de Acesso a Informa&ccedil;&otilde;es P&uacute;blicas, ap&oacute;s o qual o Executivo enviou &agrave; C&acirc;mara dos Deputados a proposta que originou o projeto de lei aprovado no Senado em outubro de 2011 e sancionado em novembro do mesmo ano.</em></p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Maratona de audiências judiciais prejudica produção de reportagens do site Congresso em Foco]]></title><link><![CDATA[http://www.abraji.org.br/?id=90&id_noticia=1906]]></link><description><![CDATA[<p>Publicado em <a href="http://knightcenter.utexas.edu/pt-br/blog/maratona-de-audiencias-judiciais-prejudica-producao-de-reportagens-do-site-congresso-em-foco" target="_blank">30 de janeiro de 2012 no Blog do Centro Knight para o Jornalismo nas Am&eacute;ricas</a></p>
<p><img style="float: left; margin-left: 10px; margin-right: 10px;" src="../midia/arquivos/file1327942997.jpg" alt="Logo Congresso em Foco" width="225" height="51" />Come&ccedil;ou na sexta-feira, 27 de janeiro, a <a href="http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/comeca-a-maratona-de-processos-sobre-supersalarios/" target="_blank">maratona de audi&ecirc;ncias em processos enfrentados pelo site de not&iacute;cias Congresso em Foco</a>, alvo de uma <a href="https://knightcenter.utexas.edu/pt-br/blog/cerco-judicial-ameaca-o-site-congresso-em-foco" target="_blank">ofensiva judicial</a> ap&oacute;s publicar uma <a href="http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/exclusivo-todos-os-supersalarios-do-senado/" target="_blank">s&eacute;rie de reportagens sobre a exist&ecirc;ncia de sal&aacute;rios acima do teto constitucional</a> pagos a pol&iacute;ticos, autoridades e servidores no Executivo, Judici&aacute;rio e Legislativo, informou a publica&ccedil;&atilde;o online.<br /><br />Orientados pelo <a href="http://www.sindilegis.org.br/" target="_blank">Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo</a> (Sindilegis), que deixou advogados &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, <a href="http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/quem-sao-os-servidores-que-processam-o-congresso-em-foco/" target="_blank">43 servidores</a> cujos nomes foram divulgados na lista dos que ganham acima do teto ajuizaram <a href="http://s3.amazonaws.com/cfstatic/wp-content/uploads/2011/10/acao_servidor_contra_congressoemfoco.pdf" target="_blank">a&ccedil;&otilde;es id&ecirc;nticas</a> por danos morais na justi&ccedil;a contra a p&aacute;gina eletr&ocirc;nica. Rep&oacute;rteres do Congresso em Foco precisar&atilde;o acompanhar advogados em <a href="http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/sem-acordo-nas-primeiras-audiencias-dos-supersalarios/" target="_blank">dezenas de audi&ecirc;ncias de concilia&ccedil;&atilde;o id&ecirc;nticas em hor&aacute;rios sucessivos</a> e, &agrave;s vezes, simult&acirc;neos, prejudicando a produ&ccedil;&atilde;o de reportagens.<br /><br />A estrat&eacute;gia dos servidores, <a href="http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/%E2%80%9Ce-ma-fe%E2%80%9D-diz-oab-sobre-acoes-do-sindilegis/" target="_blank">considerada &ldquo;m&aacute; f&eacute;&rdquo; pela OAB</a>, tem como objetivo <a href="http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/sindicato-dos-jornalistas-e-abraji-repudiam-acoes/" target="_blank">intimidar e elevar os custos do Congresso em Foco</a>, al&eacute;m de impossibilitar a presta&ccedil;&atilde;o de depoimento em todos os casos, gra&ccedil;as &agrave; grande quantidade de a&ccedil;&otilde;es em locais distintos, de acordo com entidades jornal&iacute;sticas.<br /><br />O caso &eacute; mais um exemplo do risco, <a href="http://knightcenter.utexas.edu/pt-br/blog/brasil-so-perde-para-mexico-em-mortes-de-jornalistas-na-america-latina-e-ainda-preocupa-por-cen" target="_blank">apontado por diversas organiza&ccedil;&otilde;es internacionais</a>, da <a href="http://knightcenter.utexas.edu/pt-br/blog/tribunais-viraram-instrumento-de-censura-no-brasil-diz-deutsche-welle" target="_blank">justi&ccedil;a se tornar um instrumento de censura</a> e <a href="http://knightcenter.utexas.edu/pt-br/blog/assedio-judicial-contra-jornalistas-uma-nova-forma-de-censura" target="_blank">cerceamento da liberdade de imprensa</a>.<br /><br />O site de not&iacute;cias ressaltou ter publicado os nomes dos servidores que recebiam sal&aacute;rios acima do teto constitucional ap&oacute;s ouvir cinco juristas, entre eles <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%A1bio_Konder_Comparato" target="_blank">F&aacute;bio Konder Comparato</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ophir_Cavalcante" target="_blank">Ophir Cavalcante</a>, atual presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que apontaram o interesse p&uacute;blico em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; divulga&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p><em>A Abraji repudia o cerco judicial ao site Congresso em Foco. Confiamos que a estrat&eacute;gia usada pelo Sindilegis ser&aacute; considerada  litig&acirc;ncia de m&aacute;-f&eacute; pela Justi&ccedil;a do Distrito Federal e torce para que  nenhuma decis&atilde;o seja favor&aacute;vel &agrave; opacidade. Medidas como a tomada pelos servidores do Senado s&oacute; contribuem para  retardar a instala&ccedil;&atilde;o de uma cultura de transpar&ecirc;ncia no pa&iacute;s.</em></p>
<p><em> O ministro do STF Carlos Ayres Britto j&aacute; declarou, durante debate similar  sobre servidores da prefeitura de S&atilde;o Paulo, que esse &ldquo;&eacute; o pre&ccedil;o que se  paga pela op&ccedil;&atilde;o por uma carreira p&uacute;blica no seio de um Estado  republicano&rdquo;. Entender esse pensamento &eacute; parte da evolu&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s rumo a  um patamar civilizado e maduro de transpar&ecirc;ncia.</em></p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Fundo internacional para documentários está com inscrições abertas]]></title><link><![CDATA[http://www.abraji.org.br/?id=90&id_noticia=1905]]></link><description><![CDATA[<p>O Fundo para o Jornalismo Bertha BRITDOC oferece financiamento de US$ 7,8 mil a US$ 78 mil para projetos de document&aacute;rios jornal&iacute;sticos longa-metragem (com 60 minutos ou mais). Os filmes devem expor injusti&ccedil;as e focar em quest&otilde;es e regi&otilde;es n&atilde;o exploradas na m&iacute;dia em geral.<br /><br />A verba poder&aacute; ser usada para pesquisa e desenvolvimento, financiamento de investiga&ccedil;&otilde;es longitudinais, treinamento para ambientes hostis, transporte de emerg&ecirc;ncia e suporte legal (durante e p&oacute;s-produ&ccedil;&atilde;o).<br /><br />&Eacute; preciso se inscrever por meio de um <a href="http://apply.britdoc.org/apply/new/bbjournalism" target="_blank">cadastro on-line</a>. O Fundo decidir&aacute; se o projeto ser&aacute; financiado em 4 semanas a partir da inscri&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Mais informa&ccedil;&otilde;es <a href="http://britdoc.org/real_funds/documentary_journalism_fund" target="_blank">aqui</a>.</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Brasil cai 41 posições em ranking sobre liberdade de imprensa]]></title><link><![CDATA[http://www.abraji.org.br/?id=90&id_noticia=1904]]></link><description><![CDATA[<p>Publicado em <a href="http://oglobo.globo.com/pais/brasil-cai-41-posicoes-em-ranking-sobre-liberdade-de-imprensa-3757851" target="_blank">25 de janeiro de 2012 em O Globo</a></p>
<p>O Brasil perdeu 41 postos <a href="http://en.rsf.org/press-freedom-index-2011-2012,1043.html" target="_blank">na classifica&ccedil;&atilde;o anual da organiza&ccedil;&atilde;o Rep&oacute;rteres Sem Fronteiras</a> sobre liberdade de imprensa. Agora, o pa&iacute;s ocupa a posi&ccedil;&atilde;o n&uacute;mero 99. A grande perda de posi&ccedil;&otilde;es se deve, essencialmente, &agrave; viol&ecirc;ncia que a imprensa sofre na regi&atilde;o Nordeste e na zona que faz fronteira com o Paraguai.<br /><br />A organiza&ccedil;&atilde;o lembrou que tr&ecirc;s rep&oacute;rteres morreram no Brasil em 2011. O pa&iacute;s tamb&eacute;m &eacute; prejudicado pela corrup&ccedil;&atilde;o local, a atividade do crime organizado e os atentados contra o meio ambiente, todos eles perigosos para os jornalistas.<br /><br />H&aacute; dez dias, a entidade International News Safety Institute (Insi) considerou o Brasil o oitavo pa&iacute;s mais perigoso para o trabalho da imprensa.<br /><br />Segundo o instituto, o pa&iacute;s s&oacute; fica atr&aacute;s de quadros graves de viol&ecirc;ncia contra a imprensa, caso do M&eacute;xico, com o agravamento da viol&ecirc;ncia do tr&aacute;fico de drogas, e de pa&iacute;ses em conflito no Oriente M&eacute;dio. O ranking foi baseado no n&uacute;mero de jornalistas assassinados no exerc&iacute;cio da profiss&atilde;o.<br /><br />Marcelo Moreira, presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), v&ecirc; com preocupa&ccedil;&atilde;o a situa&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s e ressalta a import&acirc;ncia da prote&ccedil;&atilde;o da liberdade de imprensa:<br /><br />- O atentado contra um jornalista &eacute; um s&eacute;rio atentado &agrave; liberdade de imprensa e diretamente &agrave; sociedade como um todo. Se esta situa&ccedil;&atilde;o se prolongar, o risco &eacute; de que a gente caminhe para o pior cen&aacute;rio poss&iacute;vel que &eacute; o dos jornalistas passarem a se autocensurar como forma de prote&ccedil;&atilde;o. E a&iacute; a sociedade fica limitada no seu direito &agrave; informa&ccedil;&atilde;o. Situa&ccedil;&atilde;o que j&aacute; foi vivida pela Col&ocirc;mbia e pela que hoje passa o M&eacute;xico.<br /><br />Para ele, o problema deve ser combatido com um trabalho s&eacute;rio em duas frentes:<br /><br />- Primeiro de cobran&ccedil;a das autoridades brasileiras para que estes crimes n&atilde;o fiquem impunes. E segundo, que combate &agrave; impunidade seja aliado a mecanismos de prote&ccedil;&atilde;o a atividade dos jornalistas. E estes mecanismos devem ser discutidos pela m&iacute;dia brasileira como um todo.<br /><br />O presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Imprensa (ABI), Maur&iacute;cio Az&ecirc;do, tamb&eacute;m lamentou a situa&ccedil;&atilde;o:<br /><br />- &Eacute; um dado que demonstra como a liberdade de express&atilde;o vem sendo golpeada no pa&iacute;s, mesmo quando estamos submetidos a uma constitui&ccedil;&atilde;o democr&aacute;tica - diz ele, que enfatiza a situa&ccedil;&atilde;o problem&aacute;tica nos locais menos populosos no pa&iacute;s:<br /><br />- Essa triste situa&ccedil;&atilde;o (da queda no ranking) decorre principalmente da viol&ecirc;ncia contra jornais e jornalistas no interior do pa&iacute;s. No ano passado, n&oacute;s tivemos pelo menos 11 assassinatos de jornalistas. Os crimes n&atilde;o s&atilde;o sequer esclarecidos e os meios para a puni&ccedil;&atilde;o e investiga&ccedil;&atilde;o s&atilde;o muito prec&aacute;rios. S&oacute; posso dizer que &eacute; lament&aacute;vel, depois de anos de luta a favor da liberdade de imprensa, hoje se constatar essa realidade.<br /><br />Na lista divulgada pelo Rep&oacute;rteres Sem Fronteiras, Eritreia, Turcomenist&atilde;o e Coreia do Norte ocupam as tr&ecirc;s &uacute;ltimas posi&ccedil;&otilde;es. Este ano, estes pa&iacute;ses s&atilde;o seguidos por S&iacute;ria, Ir&atilde; e China - na&ccedil;&otilde;es que se empenham pelo controle absoluto dos meios de comunica&ccedil;&atilde;o e adotam, segundo a entidade, um comportamento que permite a exist&ecirc;ncia de um "espiral insano de terror&rdquo;.<br /><br />A chamada "Primavera &Aacute;rabe" ganhou destaque na divulga&ccedil;&atilde;o do &iacute;ndice. Segundo a organiza&ccedil;&atilde;o, o mundo &aacute;rabe, "motor da Hist&oacute;ria em 2011", experimentou mudan&ccedil;as importantes quando se trata da liberdade de imprensa. Os conflitos pioraram o exerc&iacute;cio do jornalismo em alguns casos e melhoraram em outros. Enquanto a Tun&iacute;sia subiu 30 posi&ccedil;&otilde;es, pois conquistou um regime democr&aacute;tico - hoje ocupa a 134&ordf; posi&ccedil;&atilde;o -, o Bharein caiu 29 devido &agrave; implac&aacute;vel repress&atilde;o imposta aos protestos dos movimentos pr&oacute;-democracia - o pa&iacute;s ocupa a 173&ordf; posi&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Os dois pa&iacute;ses com maior liberdade de imprensa continuam, em 2011, a ser os mesmos de 2010: Finl&acirc;ndia e Noruega. A Est&ocirc;nia aparece em terceiro lugar, logo &agrave; frente de Holanda (4&ordm;) e &Aacute;ustria (5&ordm;).<br /><br />Cinegrafista e radialista morreram exercendo a profiss&atilde;o<br /><br />No dia 6 de novembro do ano passado, o cinegrafista da TV Bandeirantes Gelson Domingos foi baleado e morreu no tiroteio entre policiais e traficantes, na Favela de Antares, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Gelson foi atingido no peito e levado para a UPA de Santa Cruz, mas n&atilde;o resistiu aos ferimentos causados pelo proj&eacute;til de fuzil, que atravessou o colete &agrave; prova de balas.<br /><br />- Depois da morte do cinegrafista da TV Bandeirantes no ano passado, os jornalistas do Rio de Janeiro mantiveram encontros para discutir as formas de prote&ccedil;&atilde;o. &Eacute; fundamental que este debate produza resultados. E a Abraji apoio fortemente esta discuss&atilde;o - disse Marcelo Moreira, presidente da entidade<br /><br />Dois meses antes, o radialista Vanderlei Canuto Leandro foi alvejado por oito tiros disparados por dois homens que fugiram em uma motocicleta, no Amazonas. Segundo a Associa&ccedil;&atilde;o Nacional de Jornais (ANJ), o crime pode ter sido motivado pelo exerc&iacute;cio da atividade jornal&iacute;stica. Leandro vinha fazendo den&uacute;ncias de corrup&ccedil;&atilde;o na administra&ccedil;&atilde;o do prefeito do munic&iacute;pio de Tabatinga, Saul Nunes Bemerguy (PR)<br /><br />Veja a lista divulgada pela entidade:<br /><br /> <br /><br />1. Finl&acirc;ndia<br /><br />2. Noruega<br /><br />3. Est&ocirc;nia<br /><br />4. Holanda<br /><br />5. &Aacute;ustria<br /><br />6. Isl&acirc;ndia<br /><br />7. Luxemburgo<br /><br />8. Sui&ccedil;a<br /><br />9. Cabo Verde<br /><br />10. Canad&aacute;<br /><br />11. Dinamarca<br /><br />12. Su&eacute;cia<br /><br />13. Nova Zel&acirc;ndia<br /><br />14. Rep&uacute;blica Tcheca<br /><br />15. Irlanda<br /><br />16. Chipre<br /><br />17. Jamaica<br /><br />18. Alemanha<br /><br />19. Costa Rica<br /><br />20. B&eacute;lgica<br /><br />21. Nam&iacute;bia<br /><br />22. Jap&atilde;o<br /><br />23. Suriname<br /><br />24. Pol&ocirc;nia<br /><br />25. Mali<br /><br />26. Organiza&ccedil;&atilde;o dos Estados do Caribe Oriental<br /><br />27. Eslov&aacute;quia<br /><br />28. Reino Unido<br /><br />29. N&iacute;ger<br /><br />30. Austr&aacute;lia<br /><br />99. Brasil<br /><br /> <br /><br />169. Myamar<br /><br />170. Sud&atilde;o<br /><br />171. I&ecirc;men<br /><br />172. Vietn&atilde;<br /><br />173. Bharein<br /><br />174. China<br /><br />175. Ir&atilde;<br /><br />176. S&iacute;ria<br /><br />177. Turcomenist&atilde;o<br /><br />178. Eritreia</p>
<p><em>Tamb&eacute;m repercutiram: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/poder/1039334-ong-coloca-brasil-em-99-posicao-de-ranking-da-liberdade-de-imprensa.shtml" target="_blank">Folha de S.Paulo</a>, <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,brasil-fica-em-99-em-ranking-sobre-liberdade-de-imprensa,827115,0.htm" target="_blank">O Estado de S.Paulo</a> e <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,brasil-fica-em-99-em-ranking-sobre-liberdade-de-imprensa,827115,0.htm" target="_blank"><a href="http://www.gazetadopovo.com.br/vidapublica/conteudo.phtml?tl=1&amp;id=1216767&amp;tit=Pais-cai-no-ranking-da-liberdade-de-imprensa" target="_blank">Gazeta do Povo</a><br /></a></em></p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Inscrições abertas para curso presencial sobre investigação nos esportes; treinamento será em São Paulo]]></title><link><![CDATA[http://www.abraji.org.br/?id=90&id_noticia=1903]]></link><description><![CDATA[<p>Interessados j&aacute; podem se <a href="http://www.abraji.org.br/cursos/padrao/convitefree.php">inscrever</a> para o m&oacute;dulo presencial do curso gratuito &ldquo;Investiga&ccedil;&atilde;o em esporte: gastos com a Copa 2014 e os Jogos Ol&iacute;mpicos 2016&rdquo;, desenvolvido pela Abraji em parceria com a Associa&ccedil;&atilde;o Contas Abertas. O treinamento, voltado a jornalistas profissionais e estudantes de jornalismo, tem financiamento do Open Society Institute.</p>
<p>As aulas acontecer&atilde;o em 9 e 10 de fevereiro, em S&atilde;o Paulo. Os hor&aacute;rios s&atilde;o distintos: no dia 9, ser&aacute; das 14h &agrave;s 17h; no dia 10, das 9h &agrave;s 12h.</p>
<p>Os interessados em participar do curso devem realizar as <a href="http://www.abraji.org.br/cursos/padrao/convitefree.php">inscri&ccedil;&otilde;es </a>gratuitas at&eacute; 5 de fevereiro, por meio de formul&aacute;rio on-line. S&atilde;o 35 vagas, a serem preenchidas ap&oacute;s sele&ccedil;&atilde;o da Abraji. O resultado ser&aacute; divulgado em 6 de fevereiro.</p>
<p>O curso de investiga&ccedil;&atilde;o em esporte vai mostrar a jornalistas onde encontrar informa&ccedil;&otilde;es oficiais sobre os gastos com obras relacionadas &agrave; Copa do Mundo de 2014 e tamb&eacute;m aos Jogos Ol&iacute;mpicos de 2016. De acordo com Gil Castello Branco, economista e fundador da Associa&ccedil;&atilde;o Contas Abertas, &eacute; preciso conhecer as peculiaridades de cada um dos sites que disponibilizam dados sobre as obras.</p>
<p>O conte&uacute;do do treinamento foi desenvolvido pela equipe do Contas Abertas com apoio do jornalista esportivo Jos&eacute; Cruz, colunista do UOL.&nbsp;</p>
<p><strong>Servi&ccedil;o</strong></p>
<p><strong>Curso presencial Investiga&ccedil;&atilde;o em Esporte: gastos com a Copa 2014 e os Jogos Ol&iacute;mpicos 2016<br /></strong><strong>Onde:</strong> ESPM - Rua Doutor &Aacute;lvaro Alvim, 123 &ndash; S&atilde;o Paulo | pr&oacute;x. Metr&ocirc; Vila Mariana<br /><strong>Quando:</strong> 9 de fevereiro, quinta-feira, das 14h &agrave;s 17h e 10 de fevereiro, sexta-feira, das 9h &agrave;s 12h<br /><strong>Inscri&ccedil;&otilde;es: </strong><a href="http://www.abraji.org.br/cursos/padrao/convitefree.php">aqui</a><strong>&nbsp;</strong>at&eacute;&nbsp;05/02/2012, domingo, &agrave;s 23h59<br /><strong>Vagas:</strong> 35<br /><strong>Resultado da sele&ccedil;&atilde;o:</strong> 06/02/2012</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[José Roberto de Toledo, vice-presidente da Abraji, destaca três ferramentas inovadoras para jornalistas]]></title><link><![CDATA[http://www.abraji.org.br/?id=90&id_noticia=1902]]></link><description><![CDATA[<p>O <a href="http://knightcenter.utexas.edu/pt-br" target="_blank">Centro Knight para o Jornalismo nas Am&eacute;ricas</a> fez uma <a href="http://knightcenter.utexas.edu/pt-br/blog/especialista-em-reportagem-com-auxilio-do-computador-destaca-tres-ferramentas-inovadoras-para-j" target="_blank">entrevista com o vice-presidente da Abraji, Jos&eacute; Roberto de Toledo</a>, especialista em Reportagem com Aux&iacute;lio de Computador. A conversa foi gravada durante o <a href="https://knightcenter.utexas.edu/pt-br/blog/encontro-promovido-na-escola-de-jornalismo-da-universidade-do-texas-spark-camp-busca-solucoes-p" target="_blank">Spark Camp</a>, um evento organizado pelo Centro Knight e pela Escola de Jornalismo da Universidade do Texas e dedicado a solu&ccedil;&otilde;es que agrupem an&aacute;lise de dados e jornalismo digital.</p>
<p>Toledo destaca tr&ecirc;s ferramentas &uacute;teis a quem pratica (ou pretende praticar) o jornalismo baseado em dados:</p>
<p>- <a href="http://code.google.com/p/google-refine/" target="_blank">Google Refine</a> &ndash; Compatibiliza tabelas que t&ecirc;m campos comuns, ainda que n&atilde;o sejam id&ecirc;nticos, o que facilita o trabalho de limpeza e organiza&ccedil;&atilde;o de dados.<br /><br />- <a href="http://projects.cs.dal.ca/panda/" target="_blank">Panda Project</a> &ndash; Reposit&oacute;rio compartilh&aacute;vel de bases de dados, permite que todos os jornalistas de uma reda&ccedil;&atilde;o, por exemplo, tenham acesso e fa&ccedil;am buscas no conte&uacute;do das tabelas.<br /><br />- <a href="http://knightfoundation.org/grants/20110154/" target="_blank">Overview</a> &ndash; Projeto vencedor do <a href="http://knightfoundation.org/funding-initiatives/knight-news-challenge/" target="_blank">Knight News Challenge</a>, faz buscas em documentos com uma grande quantidade de dados e gera clusters (agrupamentos) de palavras ou express&otilde;es.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/EQAN-oZcmPY" width="560" height="315"></iframe></p>]]></description></item></channel>
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