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<title>ABRAJI :: Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo</title>
<link>http://www.abraji.org.br</link>
<description>A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo foi criada por um grupo de jornalistas brasileiros interessados em trocar experiências, informações e dicas sobre reportagem, principalmente sobre reportagens investigativas.

</description>
<language>pt-br</language>
<webMaster>abraji@abraji.org.br</webMaster>
<item><title><![CDATA[Congresso Abraji: Lei de Acesso será um dos temas principais]]></title><link><![CDATA[http://www.abraji.org.br/?id=90&id_noticia=2054]]></link><description><![CDATA[<p>
<p>Publicado em <a href="http://www.portaldosjornalistas.com.br/noticias-conteudo.aspx?id=582" target="_blank">16 de maio &nbsp;de 2012 no Portal dos Jornalistas</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Lei de Acesso a Informa&ccedil;&otilde;es P&uacute;blicas, que entra em vigor nesta 4&ordf;.feira (16/5), ser&aacute; um dos principais assuntos em debate durante o 7&deg; Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo, entre os dias 12 e 14/7, em S&atilde;o Paulo, que conta com o apoio de divulga&ccedil;&atilde;o de Jornalistas&amp;Cia.</p>
<p>O mecanismo &eacute; importante para a produ&ccedil;&atilde;o de reportagens e ser&aacute; um dos temas de pain&eacute;is como Transpar&ecirc;ncia P&uacute;blica e Lei de Acesso: o papel da m&iacute;dia, comandado pelo diretor-executivo da ONG Transpar&ecirc;ncia Brasil Cl&aacute;udio Weber Abramo; Lei de Acesso &ndash; primeiros meses de implementa&ccedil;&atilde;o, com Guilherme Canela (Unesco) e V&acirc;nia Vieira (Controladoria Geral da Uni&atilde;o); e Projetos de transpar&ecirc;ncia na m&iacute;dia, em que Rubens Valente, da Folha de S.Paulo, falar&aacute; sobre o projeto Folha Transpar&ecirc;ncia.</p>
<p>Outro destaque ser&aacute; o Mapa de Acesso a Informa&ccedil;&otilde;es P&uacute;blicas, estudo realizado anualmente pela Abraji, que ser&aacute; apresentado pelos associados Fernando Rodrigues (Folha de S.Paulo) e Ivana Moreira (Veja BH), trazendo um diagn&oacute;stico da transpar&ecirc;ncia de entidades p&uacute;blicas no Brasil. Demais palestrantes j&aacute; confirmados para o evento s&atilde;o Jos&eacute; Paulo Kupfer, Eliane Brum, Juca Kfouri, Elvira Lobato, M&iacute;riam Leit&atilde;o, Roberto Cabrini, Marcelo Tas, Andr&eacute; Trigueiro, Fernando Mitre e S&eacute;rgio D&aacute;vila, entre outros.&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Inscri&ccedil;&otilde;es e programa&ccedil;&atilde;o completa <a href="../" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por: Jornalistas&amp;Cia</p>
</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Lei de Acesso será um dos temas principais do 7º Congresso da Abraji]]></title><link><![CDATA[http://www.abraji.org.br/?id=90&id_noticia=2053]]></link><description><![CDATA[<p>
<p>No ano de implementa&ccedil;&atilde;o da Lei de Acesso a Informa&ccedil;&otilde;es P&uacute;blicas, o 7&deg; Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo ter&aacute; um eixo de palestras dedicado &agrave; transpar&ecirc;ncia. Representantes da Unesco, Transpar&ecirc;ncia Brasil, CGU e jornalistas avaliar&atilde;o os primeiros meses de aplica&ccedil;&atilde;o da lei, que entra em vigor nesta quarta-feira,16. O uso do mecanismo para a produ&ccedil;&atilde;o de reportagens ser&aacute; um dos temas abordados no Congresso da Abraji. O evento acontecer&aacute; de 12 a 14 de julho em S&atilde;o Paulo.</p>
<p>Desde sua funda&ccedil;&atilde;o em 2002, a Abraji defende a cria&ccedil;&atilde;o de uma lei de acesso. Em 2003, ajudou a criar o F&oacute;rum de Direito de Acesso a Informa&ccedil;&otilde;es P&uacute;blicas, uma coaliz&atilde;o de 25 entidades da sociedade civil, como Contas Abertas, OAB e Transpar&ecirc;ncia Brasil.</p>
<p><a href="http://abraji.org.br/?id=120&amp;acao=detalhepalestrante&amp;palestrante_id=343" target="_blank">Cl&aacute;udio Weber Abramo</a>, diretor-executivo da <a href="http://www.transparencia.org.br " target="_blank">ONG Transpar&ecirc;ncia Brasil</a> participar&aacute; do painel <a href="http://abraji.org.br/?id=120&amp;acao=detalhe&amp;sala_id=73" target="_blank">&ldquo;Transpar&ecirc;ncia P&uacute;blica e Lei de Acesso: o papel da m&iacute;dia&rdquo;</a>. Para Abramo, trabalhar as informa&ccedil;&otilde;es do Estado e informar o p&uacute;blico com qualidade &eacute; o papel de ONGs, academia, associa&ccedil;&otilde;es profissionais e empresariais e, obviamente, da imprensa. Ele acredita, por&eacute;m, que ainda faltam investimento nas reda&ccedil;&otilde;es e editorias especializadas em investiga&ccedil;&atilde;o para que esse trabalho seja bem feito.</p>
<p>V&acirc;nia Vieira, diretora de Preven&ccedil;&atilde;o de Corrup&ccedil;&atilde;o da Controladoria Geral da Uni&atilde;o (CGU), <a href="http://abraji.org.br/?id=120&amp;acao=detalhe&amp;sala_id=44 " target="_blank">avaliar&aacute;</a> o processo de implanta&ccedil;&atilde;o da lei no 7&ordm; Congresso. A proposta da lei partiu da CGU, por meio do Conselho de Transpar&ecirc;ncia. Ela dividir&aacute; o painel com o assessor de comunica&ccedil;&atilde;o e informa&ccedil;&atilde;o da UNESCO para o Mercosul, <a href="http://abraji.org.br/?id=120&amp;acao=detalhepalestrante&amp;palestrante_id=129" target="_blank">Guilherme Canela</a>.&nbsp;</p>
<p>Canela comemora o &ldquo;aumento significativo de na&ccedil;&otilde;es que resolveram mudar seus marcos regulat&oacute;rios e criar leis para o acesso &agrave;s informa&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas&rdquo;. Hoje, cerca de cem pa&iacute;ses j&aacute; t&ecirc;m legisla&ccedil;&atilde;o nesse sentido. &ldquo;Mas ter uma lei n&atilde;o significa que ela seja bem implantada&rdquo;, pondera. Em alguns casos, &eacute; apenas uma proposta legislativa, sem aplica&ccedil;&atilde;o pr&aacute;tica. Outro ponto positivo que Canela v&ecirc; &eacute; a maior preocupa&ccedil;&atilde;o das organiza&ccedil;&otilde;es da sociedade e em monitorar e aplicar essas legisla&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>Ele lembra os exemplos internacionais do M&eacute;xico, que criou uma estrutura complexa e at&eacute; uma ag&ecirc;ncia para informa&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas, da &Iacute;ndia, que chama a aten&ccedil;&atilde;o devido ao volume de pedidos de acesso &agrave;s informa&ccedil;&otilde;es e da Su&eacute;cia, o primeiro pa&iacute;s a criar uma legisla&ccedil;&atilde;o do g&ecirc;nero. Em compara&ccedil;&atilde;o a outras legisla&ccedil;&otilde;es, ele considera que a brasileira &ldquo;tem perspectivas inovadoras e &eacute; completa, englobando diversos poderes e n&iacute;veis de governo&rdquo;.</p>
<p>Na palestra "Projetos de transpar&ecirc;ncia na m&iacute;dia", o &nbsp;jornalista Rubens Valente, da Folha de S.Paulo, falar&aacute; sobre o projeto <a href="http://transparencia.folha.com.br" target="_blank">Folha Transpar&ecirc;ncia</a>. Trata-se de &ldquo;uma s&eacute;rie de iniciativas do jornal com o objetivo de obter dados sob a guarda do Estado, longe do alcance do cidad&atilde;o&rdquo;. O acesso a um milh&atilde;o de telegramas do Itamaraty e a publica&ccedil;&atilde;o de quase 15 mil desses documentos foi, na avalia&ccedil;&atilde;o de Valente, &ldquo;a maior divulga&ccedil;&atilde;o de dados da hist&oacute;ria do pa&iacute;s em termos de diplomacia&rdquo;. Ele trabalha agora na divulga&ccedil;&atilde;o de 258 processos e inqu&eacute;ritos contra pol&iacute;ticos brasileiros na &iacute;ntegra. Os processos est&atilde;o sendo lidos, resumidos, catalogados e colocados no ar. A ideia &eacute; que todos os processos estejam dispon&iacute;veis at&eacute; o final do ano.&nbsp;</p>
<p>Fernando Gallo, que compartilhar&aacute; a mesa com Rubens Valente, falar&aacute; sobre o blog <a href="http://blogs.estadao.com.br/publicos/" target="_blank">P&uacute;blicos</a>, hospedado no Estad&atilde;o.com. Desde fevereiro, a p&aacute;gina coordenada por Gallo e Daniel Bramatti publica informa&ccedil;&otilde;es sobre a Lei de Acesso e a legisla&ccedil;&atilde;o correspondente em outros pa&iacute;ses.</p>
<p>Os jornalistas <a href="http://abraji.org.br/?id=120&amp;acao=detalhepalestrante&amp;palestrante_id=19" target="_blank">Fernando Rodrigues</a> e <a href="http://abraji.org.br/?id=120&amp;acao=detalhepalestrante&amp;palestrante_id=216" target="_blank">Ivana Moreira</a> apresentar&atilde;o os resultados do <a href="http://abraji.org.br/?id=120&amp;acao=detalhe&amp;sala_id=52" target="_blank">Mapa de Acesso a Informa&ccedil;&otilde;es P&uacute;blicas</a>, um diagn&oacute;stico da transpar&ecirc;ncia de entes p&uacute;blicos no Brasil. O estudo &eacute; realizado anualmente pela Abraji.&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Outros temas</strong></p>
<p>O 7&ordm; Congresso da Abraji ter&aacute; tamb&eacute;m palestras sobre elei&ccedil;&otilde;es municipais, megaeventos esportivos, aquecimento global, narcotr&aacute;fico e muitos outros assuntos.</p>
<p>Grandes nomes do jornalismo brasileiro como Eliane Brum, Juca Kfouri, Elvira Lobato, M&iacute;riam Leit&atilde;o, Eduardo Faustini, Roberto Cabrini, Dorrit Harazim, Marcelo Tas, Andr&eacute; Trigueiro, Lourival Sant&rsquo;Anna, Fernando Mitre, Ascanio Seleme, Erick Bretas e S&eacute;rgio D&aacute;vila est&atilde;o confirmados na programa&ccedil;&atilde;o</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>7&ordm; Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo</strong></p>
<p><strong>Quando</strong>: 12, 13 e 14 de julho de 2012</p>
<p><strong>Onde</strong>: S&atilde;o Paulo - Universidade Anhembi Morumbi - campus Vila Ol&iacute;mpia - unidade 7 (Rua Casa do Ator, 275)</p>
<p><strong>Inscri&ccedil;&otilde;es</strong>: <a href="http://bit.ly/7Congresso" target="_blank">http://bit.ly/7Congresso</a></p>
<div><br /></div>
</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Abraji abre inscrições para o 7º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo]]></title><link><![CDATA[http://www.abraji.org.br/?id=90&id_noticia=2052]]></link><description><![CDATA[<p>Publicado <a href="http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=199896" target="_blank">em 19 de abril de 2012, no Portal Fator Brasil</a>.</p>
<p>Est&atilde;o abertas as inscri&ccedil;&otilde;es para o 7&ordm; Congresso da Abraji, que ser&aacute; realizado em S&atilde;o Paulo de 12 a 14 de julho de 2012. O encontro, feito por jornalistas para jornalistas, ter&aacute; mais de 130 palestrantes em cerca de 70 pain&eacute;is e cursos pr&aacute;ticos.</p>
<p>Os principais temas ser&atilde;o cobertura de elei&ccedil;&otilde;es municipais, jornalismo multiplataforma, direito de acesso a informa&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas e megaeventos esportivos, em especial Copa 2014 e Olimp&iacute;ada 2016. H&aacute; ainda pain&eacute;is sobre pr&eacute;-sal, aquecimento global, narcotr&aacute;fico, uso de c&acirc;mera escondida e muitos outros temas.</p>
<p>Grandes nomes do jornalismo brasileiro como Eliane Brum, Juca Kfouri, Elvira Lobato, M&iacute;riam Leit&atilde;o, Eduardo Faustini, Roberto Cabrini, Dorrit Harazim, Marcelo Tas, Andr&eacute; Trigueiro, Lourival Sant&rsquo;Anna, Fernando Mitre e S&eacute;rgio D&aacute;vila est&atilde;o confirmados na programa&ccedil;&atilde;o. Tamb&eacute;m participam os integrantes da diretoria da Abraji e convidados internacionais vindos dos Estados Unidos, Inglaterra, Argentina, Paraguai, M&eacute;xico, Col&ocirc;mbia e El Salvador.</p>
<p>O Congresso tamb&eacute;m ter&aacute; a presen&ccedil;a de estudiosos e especialistas como Claudio Weber Abramo (Transpar&ecirc;ncia Brasil), Guilherme Canela (Unesco), Gil Castello Branco (Contas Abertas), Mauro Paulino (Datafolha), M&aacute;rcia Cavallari (IBOPE) e o neurocientista Sidarta Ribeiro.</p>
<p>A programa&ccedil;&atilde;o do Congresso inclui ainda mais de 20 cursos t&eacute;cnicos e pr&aacute;ticos, como t&eacute;cnicas de RAC (Reportagem com Aux&iacute;lio do Computador), leitura de balan&ccedil;o de empresas privadas, licita&ccedil;&otilde;es, investiga&ccedil;&atilde;o nos esportes, direito para jornalistas, jornalismo narrativo e cobertura de pol&iacute;tica internacional.</p>
<p>Durante o evento, a Abraji homenagear&aacute; o jornalista Janio de Freitas por sua contribui&ccedil;&atilde;o ao jornalismo brasileiro das &uacute;ltimas d&eacute;cadas. No ano em que completa seu d&eacute;cimo anivers&aacute;rio, a Abraji tamb&eacute;m prestar&aacute; uma homenagem p&oacute;stuma ao jornalista Tim Lopes, cujo assassinato em 2002 motivou a cria&ccedil;&atilde;o da associa&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>As inscri&ccedil;&otilde;es para o Congresso s&atilde;o limitadas e devem ser feitas on-line. Cada participante monta sua grade no ato da inscri&ccedil;&atilde;o. At&eacute; 13 de maio, os pre&ccedil;os ser&atilde;o promocionais. S&oacute;cios em dia com a anuidade e estudantes t&ecirc;m descontos.</p>
<p>Em 2013, o maior f&oacute;rum de jornalismo investigativo da Am&eacute;rica Latina ser&aacute; no Rio de Janeiro, tamb&eacute;m comandado pela Abraji.</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Mesas debaterão coberturas de conflitos e prevenção de riscos]]></title><link><![CDATA[http://www.abraji.org.br/?id=90&id_noticia=2051]]></link><description><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Publicado em <a href="http://www.portaldosjornalistas.com.br/noticias-conteudo.aspx?id=566" target="_blank">10 de maio de 2012, no site Portal dos Jornalistas</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A mesa<em> Medidas de prote&ccedil;&atilde;o para jornalistas em coberturas de conflito armado</em> (12/7, &agrave;s 9h) ser&aacute; um dos destaques do 7&ordm; Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo, evento promovido pela Abraji que acontece entre os dias 12 e 14 de julho, em S&atilde;o Paulo, e que conta com o apoio deste Portal dos Jornalistas.</p>
<p>Durante tr&ecirc;s horas, ela apresentar&aacute; alguns dos maiores riscos a que est&atilde;o expostos os profissionais que aceitam trabalhar em zonas de guerra e quais recursos de prote&ccedil;&atilde;o est&atilde;o dispon&iacute;veis para eles. Participar&atilde;o Marcelo Moreira (TV Globo/Abraji), Jo&atilde;o Paulo Charleaux (Conectas Direitos Humanos) Rodney Pinder (International News Safety Institute-Insi/Inglaterra) e Frank Smyth (Global Journalist Security/EUA).</p>
<p>Pinder deve comentar tamb&eacute;m o relat&oacute;rio do Insi sobre os pa&iacute;ses mais perigosos para o trabalho jornal&iacute;stico: Paquist&atilde;o, M&eacute;xico, Ir&atilde; e L&iacute;bia. Deve ser discutida ainda a impunidade enquanto fator de incentivo a amea&ccedil;as sobre jornalistas.</p>
<p>Outros palestrantes j&aacute; confirmados para o evento s&atilde;o <a href="http://portaldosjornalistas.com.br/perfil.aspx?id=282" target="_blank">Jos&eacute; Paulo Kupfer</a>, <a href="http://www.portaldosjornalistas.com.br/perfil.aspx?id=9674" target="_blank">Eliane Brum</a>, <a href="http://www.portaldosjornalistas.com.br/perfil.aspx?id=25" target="_blank">Juca Kfouri</a>, <a href="http://www.portaldosjornalistas.com.br/perfil.aspx?id=3183" target="_blank">Elvira Lobato</a>, <a href="http://www.portaldosjornalistas.com.br/perfil.aspx?id=9673" target="_blank">M&iacute;riam Leit&atilde;o</a>, <a href="http://www.portaldosjornalistas.com.br/perfil.aspx?id=67" target="_blank">Roberto Cabrini</a>, Marcelo Tas, <a href="http://www.portaldosjornalistas.com.br/perfil.aspx?id=40" target="_blank">Andr&eacute; Trigueiro</a>, <a href="http://www.portaldosjornalistas.com.br/perfil.aspx?id=2460" target="_blank">Fernando Mitre</a> e <a href="http://www.portaldosjornalistas.com.br/perfil.aspx?id=9487" target="_blank">S&eacute;rgio D&aacute;vila</a>, entre outros. Inscri&ccedil;&otilde;es e programa&ccedil;&atilde;o completa no <a href="../" target="_blank">www.abraji.org.br</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Servi&ccedil;o:</strong></p>
<p>Termina neste domingo (13/5) o prazo de inscri&ccedil;&otilde;es com descontos para o congresso. Depois dessa data, ao valor da inscri&ccedil;&atilde;o para s&oacute;cio da Abraji passa de R$ 180 para R$ 270, n&atilde;o-s&oacute;cio passa de R$ 330 para R$ 440, estudante-s&oacute;cio, de R$ 120 para R$ 200 e estudante n&atilde;o-s&oacute;cio, de R$ 215 para R$ 290.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Confira os selecionados para a última edição do curso "Transparência e Investigação: Jornalismo com Informações Públicas" ]]></title><link><![CDATA[http://www.abraji.org.br/?id=90&id_noticia=2050]]></link><description><![CDATA[<p>
<p>A Abraji acaba de selecionar os 75 alunos da &uacute;ltima turma do curso "Transpar&ecirc;ncia e Investiga&ccedil;&atilde;o: Jornalismo com Informa&ccedil;&otilde;es P&uacute;blicas", dentre os mais de 200 inscritos.</p>
<p>O curso, financiado pelo Programa Internacional para o Desenvolvimento da Comunica&ccedil;&atilde;o, da UNESCO, tem dura&ccedil;&atilde;o de 5 semanas (de 14 de maio a 17 de junho) e &eacute; totalmente on-line. Os participantes ter&atilde;o a oportunidade de conhecer ferramentas para a realiza&ccedil;&atilde;o de reportagens baseadas em informa&ccedil;&otilde;es disponibilizadas por &oacute;rg&atilde;os p&uacute;blicos, incluindo a rec&eacute;m-aprovada lei de acesso a informa&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas.</p>
<p>Veja abaixo a rela&ccedil;&atilde;o dos 75 aprovados para esta edi&ccedil;&atilde;o. Todos receber&atilde;o e-mails solicitando a confirma&ccedil;&atilde;o da inscri&ccedil;&atilde;o. Caso seu nome conste na lista e voc&ecirc; n&atilde;o receba nenhuma notifica&ccedil;&atilde;o, entre em contato no e-mail marina(@)abraji.org.br .</p>
<p>
<p>Adriana Archanjo</p>
<p>Aline Cust&oacute;dio</p>
<p>Ana Carolina Machado Riguengo</p>
<p>Andreh&nbsp;Jonathas</p>
<p>Anna Paula Xavier Cazatti</p>
<p>Aretha Yarak</p>
<p>Basilia&nbsp;dos Santos Rodrigues da Silva</p>
<p>Bernardo Bortolotto</p>
<p>Bruno Moreno</p>
<p>Cintia Lazzari</p>
<p>Cl&aacute;udia&nbsp;Flores</p>
<p>Daniel Haidar</p>
<p>Deivison Campos</p>
<p>Diego Martinelly Duarte Mota</p>
<p>Dinarte&nbsp;Assun&ccedil;&atilde;o</p>
<p>Diogenes Jos&eacute; Pereira Barbosa</p>
<p>Diogo Silva Dias</p>
<p>Emersomar Rodrigues</p>
<p>Erickson Rodrigo de Luna Alves</p>
<p>Eser de Faria Caceres</p>
<p>Ester Le&atilde;o De Moura Batista</p>
<p>Fabiano Martins da Costa</p>
<p>Felipe Gibson</p>
<p>Frederico Carvalho</p>
<p>Gabriel&nbsp;Toueg</p>
<p>Geraldo Moura</p>
<p>Glaucia&nbsp;Oliveira</p>
<p>Gleice Rezende</p>
<p>Guilherme Waltenberg</p>
<p>Guilherme Ferreira Ar&ecirc;as</p>
<p>Isabel Araujo</p>
<p>Jo&atilde;o Pedro Pitombo</p>
<p>Jos&eacute; Campos Duarte Campos</p>
<p>Jos&eacute; Tarc&iacute;sio Silva Oliveira Filho</p>
<p>Jos&eacute; Vin&iacute;cius Caldas Ferreira</p>
<p>Juan Torres</p>
<p>Karina Yamamoto</p>
<p>La&iacute;s Fraga Alegretti</p>
<p>Larissa&nbsp;Souza dos Santos</p>
<p>Laura Toledo Daud&eacute;n</p>
<p>Let&iacute;cia Resende</p>
<p>Lilia Maria Souza Diniz Lima</p>
<p>Louise Peres</p>
<p>Marcelo Gutierres</p>
<p>M&aacute;rcia De Toni</p>
<p>Marcilene Aparecida Mangini Frare</p>
<p>Marcio Adriano&nbsp;Machado da Silva</p>
<p>Marcus Vinicius Fran&ccedil;a Lacerda</p>
<p>Marcus Vinicius Carvalheiro</p>
<p>Maria Benedita&nbsp;Silva de Oliveira</p>
<p>Marlise Brenol</p>
<p>Marlon&nbsp;Luiz de Souza</p>
<p>Mateus&nbsp;Rodrigues Ferreira</p>
<p>Mellyna Reis</p>
<p>Nat&aacute;lia&nbsp;Zonta</p>
<p>Ornildo&nbsp;de Oliveira Cardozo</p>
<p>Rafael de Freitas Sampaio</p>
<p>Raffael&nbsp;Prado</p>
<p>Raissa Santos Cruz</p>
<p>Raquel Stenzel</p>
<p>Renan Pereira Oliveira</p>
<p>Rodrigo Muzell</p>
<p>Ros&aacute;lia Silva</p>
<p>Rosiane&nbsp;Correia de Freitas</p>
<p>Rossana Silva</p>
<p>Samuel&nbsp;Pantoja Lima</p>
<p>Saulo Tiossi</p>
<p>Soraya Bernadino Batista</p>
<p>Stefani&nbsp;Ceolla De Moraes</p>
<p>Tha&iacute;s Gerv&aacute;sio Barreto</p>
<p>Thatiany do Nascimento Pereira</p>
<p>Thiago Giordano Tieze</p>
<p>Valquiria Ferreira da Silva</p>
<p>Vinicius Gorczeski</p>
<p>Wellington Alves</p>
</p>
</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[CNJ cria fórum permanente para defender a liberdade de imprensa]]></title><link><![CDATA[http://www.abraji.org.br/?id=90&id_noticia=2049]]></link><description><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Publicado <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,cnj-cria-forum-permanente-para-defender-a-liberdade-de-imprensa,870411,0.htm" target="_blank">em&nbsp;8 de maio de 2012 em O Estado de S.Paulo.</a></p>
<p>Felipe Recondo, de O Estado de S. Paulo</p>
<p>BRAS&Iacute;LIA - As decis&otilde;es judiciais contr&aacute;rias &agrave; liberdade de imprensa levaram o Conselho Nacional de Justi&ccedil;a (CNJ) a criar um F&oacute;rum Nacional do Poder Judici&aacute;rio e Liberdade de Imprensa. A proposta, feita pelo presidente do Conselho, Carlos Ayres Britto, foi aprovada nesta ter&ccedil;a-feira, 8, por unanimidade pelos integrantes do CNJ.</p>
<p>Ayres Britto afirmou que o f&oacute;rum dever&aacute; acompanhar o cumprimento da decis&atilde;o do Supremo Tribunal Federal (STF), que julgou ser incompat&iacute;vel com a Constitui&ccedil;&atilde;o a Lei de Imprensa aprovada ainda no governo militar e que, de acordo com o STF, criava embara&ccedil;os para o livre exerc&iacute;cio da liberdade de imprensa.</p>
<p>O f&oacute;rum, entretanto, n&atilde;o ter&aacute; compet&ecirc;ncia para rever ou censurar decis&otilde;es judiciais contr&aacute;rias &agrave; liberdade de imprensa.</p>
<p>&ldquo;N&atilde;o podemos intervir em decis&atilde;o do poder Judici&aacute;rio&rdquo;, afirmou Ayres Britto. &ldquo;O que vamos fazer &eacute; um f&oacute;rum permanente. Esse &eacute; um processo cultural que demanda certo tempo&rdquo;, acrescentou o ministro.</p>
<p><strong>Semin&aacute;rio. </strong>A proposta foi adiantada por Britto no Semin&aacute;rio Internacional de Liberdade de Express&atilde;o, na semana passada, em S&atilde;o Paulo. Nos dois dias do semin&aacute;rio, promovido pelo Instituto Internacional de Ci&ecirc;ncias Sociais (IICS), especialistas avaliaram que ju&iacute;zes de primeiro e segundo graus condenam jornalistas e meios de comunica&ccedil;&atilde;o, o que restringe a liberdade de express&atilde;o e de imprensa.</p>
<p>&ldquo;Onde for poss&iacute;vel a censura pr&eacute;via se esgueirar, se manifestar, mesmo que procedente do Poder Judici&aacute;rio, n&atilde;o h&aacute; plenitude de liberdade de imprensa&rdquo;, afirmou Ayres Britto no semin&aacute;rio. &ldquo;A liberdade de imprensa ocupa, na Constitui&ccedil;&atilde;o, este pedestal de irm&atilde; siamesa da democracia&rdquo;, acrescentou.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Abraji, Fórum e OEA organizam seminário para marcar entrada em vigor da Lei de Acesso a Informações Públicas]]></title><link><![CDATA[http://www.abraji.org.br/?id=90&id_noticia=2048]]></link><description><![CDATA[<p>
<p>No pr&oacute;ximo 16 de maio - data em que a <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12527.htm" target="_blank">Lei de Acesso a Informa&ccedil;&otilde;es P&uacute;blicas</a> entra em vigor -, o F&oacute;rum de Direito de Acesso a Informa&ccedil;&otilde;es P&uacute;blicas realiza, em parceria com a Relatoria Especial para Liberdade de Express&atilde;o da Comiss&atilde;o Interamericana de Direitos Humanos da Organiza&ccedil;&atilde;o dos Estados Americanos (CIDH-OEA), o semin&aacute;rio "Direito de Acesso a Informa&ccedil;&otilde;es P&uacute;blicas e Liberdade de Express&atilde;o".</p>
<p>No evento, ser&atilde;o apresentados os principais aspectos da Lei n&ordm;12.527/2011 e seus poss&iacute;veis impactos no contexto atual da liberdade de express&atilde;o no Brasil. Ser&aacute; abordada, ainda, a import&acirc;ncia da Lei de Acesso no controle social dos gastos p&uacute;blicos.</p>
<p>Michael Camilleri, membro da Relatoria Especial para Liberdade de Express&atilde;o da CIDH-OEA, falar&aacute; sobre o trabalho desenvolvido pela institui&ccedil;&atilde;o e dar&aacute; um panorama da liberdade de express&atilde;o e do direito de acesso a informa&ccedil;&otilde;es nas Am&eacute;ricas. Junto a ele, o coordenador da Comiss&atilde;o de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de S&atilde;o Paulo, Martim de Almeida Sampaio, expor&aacute; a situa&ccedil;&atilde;o brasileira em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; liberdade de express&atilde;o, avaliando as principais melhorias que a Lei de Acesso pode trazer ao quadro.</p>
<p>Os procuradores da Rep&uacute;blica Marlon Weichert e In&ecirc;s Virg&iacute;nia Soares apresentar&atilde;o os principais pontos da Lei de Acesso a Informa&ccedil;&otilde;es P&uacute;blicas, desde as informa&ccedil;&otilde;es que precisam ser disponibilizadas independentemente de pedido at&eacute; a quest&atilde;o do sigilo de documentos. In&ecirc;s Soares coordenou grupo de estudo na Procuradoria Federal dos Direitos do Cidad&atilde;o em SP, quando a Lei de Acesso ainda era proposta em tramita&ccedil;&atilde;o no Congresso. Weichert, por sua vez, apresentou em 2008 <a href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?incidente=2618912" target="_blank">A&ccedil;&atilde;o Direta de Inconstitucionalidade</a> contra a legisla&ccedil;&atilde;o que instituiu o sigilo eterno de documentos.</p>
<p>Para tratar da import&acirc;ncia da Lei de Acesso para o controle social e o combate &agrave; corrup&ccedil;&atilde;o, os convidados s&atilde;o Jos&eacute; Chizzotti, vice-presidente da ONG Amarribo, e Carlos Eduardo Gir&atilde;o de Arruda, chefe da Controladoria-Regional da Uni&atilde;o (CGU) em S&atilde;o Paulo (a confirmar).</p>
<p>O semin&aacute;rio ser&aacute; realizado na ESPM S&atilde;o Paulo (Rua Dr. &Aacute;lvaro Alvim, 123 &ndash; Vila Mariana), das 9h &agrave;s 13h05. Interessados podem se inscrever gratuitamente por meio de <a href="https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?pli=1&amp;formkey=dFhhempWSGFndXV4aGh6ZkZlN3M2aEE6MQ#gid=0" target="_blank">formul&aacute;rio on-line</a>, at&eacute; 14 de maio, &agrave;s 23h59. A programa&ccedil;&atilde;o completa pode ser acessada <a href="http://www.informacaopublica.org.br/sites/default/files/Seminario_16mai.pdf" target="_blank">aqui</a>.</p>
<div>
<hr />
<em>O F&oacute;rum de Direito de Acesso a Informa&ccedil;&otilde;es P&uacute;blicas (www.informacaopublica.org.br) &eacute; uma coaliz&atilde;o de 25 entidades da sociedade civil que defende a aprova&ccedil;&atilde;o de uma lei ampla para garantir esse direito. O F&oacute;rum foi criado em 2003 por iniciativa da Abraji, pioneira no Brasil na defesa de uma lei de direito de acesso a informa&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas. A entidade, atual coordenadora do F&oacute;rum, tem essa miss&atilde;o inscrita em seu estatuto, desde a funda&ccedil;&atilde;o, em 2002.</em></div>
</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Últimos dias de inscrições a preços promocionais no 7º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo ]]></title><link><![CDATA[http://www.abraji.org.br/?id=90&id_noticia=2047]]></link><description><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>At&eacute; 13 de maio, as inscri&ccedil;&otilde;es para o 7&ordm; Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo ter&atilde;o pre&ccedil;os reduzidos. Os descontos variam de 25% a 40%, de acordo com a categoria (profissional, estudante e associado). O Congresso da Abraji deste ano ser&aacute; realizado em S&atilde;o Paulo de 12 a 14 de julho de 2012 e contar&aacute; com mais de 130 palestrantes em cerca de 90 pain&eacute;is e cursos pr&aacute;ticos. Programa&ccedil;&atilde;o e inscri&ccedil;&otilde;es <a href="http://abraji.org.br/?id=120" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>S&oacute;cios da Abraji pagam pre&ccedil;o especial: estudantes fazem sua inscri&ccedil;&atilde;o por R$120,00 &nbsp;e profissionais, por R$180,00. Jornalistas n&atilde;o-s&oacute;cios se inscrevem por R$330,00 e estudantes que n&atilde;o s&atilde;o associados devem pagar R$215,00. Esses pre&ccedil;os s&atilde;o v&aacute;lidos apenas at&eacute; domingo. Leia <a href="http://abraji.org.br/?id=120" target="_blank">aqui</a> as taxas de inscri&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s essa data.</p>
<p>Podem associar-se &agrave; Abraji jornalistas e estudantes de jornalismo interessados em investiga&ccedil;&atilde;o jornal&iacute;stica e na melhora da qualidade do jornalismo no Brasil. Leia <a href="http://abraji.org.br/?id=71" target="_blank">aqui</a> as vantagens dos associados. Para jornalistas profissionais, a anuidade &eacute; &nbsp;R$ 210,00, e para estudantes de jornalismo, R$ 105,00.</p>
<p>O 7&ordm; Congresso da Abraji ter&aacute; como temas principais a cobertura de elei&ccedil;&otilde;es municipais, ojornalismo multiplataforma, o direito de acesso a informa&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas e os megaeventos esportivos, em especial Copa 2014 e Olimp&iacute;ada 2016. H&aacute; ainda pain&eacute;is sobre pr&eacute;-sal, aquecimento global, narcotr&aacute;fico, uso de c&acirc;mera escondida e muitos outros assuntos.</p>
<p>Durante o evento, a Abraji homenagear&aacute; o jornalista Janio de Freitas por sua contribui&ccedil;&atilde;o ao jornalismo brasileiro das &uacute;ltimas d&eacute;cadas. No ano em que completa seu d&eacute;cimo anivers&aacute;rio, a Abraji tamb&eacute;m prestar&aacute; uma homenagem p&oacute;stuma ao jornalista Tim Lopes, cujo assassinato em 2002 motivou a cria&ccedil;&atilde;o da associa&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Grandes nomes do jornalismo brasileiro como Eliane Brum, Juca Kfouri, Elvira Lobato, M&iacute;riam Leit&atilde;o, Eduardo Faustini, Roberto Cabrini, Dorrit Harazim, Marcelo Tas, Andr&eacute; Trigueiro, Lourival Sant&rsquo;Anna, Fernando Mitre, Ascanio Seleme, Erick Bretas<span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: 15px;"><strong>&nbsp;</strong></span></span>e S&eacute;rgio D&aacute;vila est&atilde;o confirmados na programa&ccedil;&atilde;o. Tamb&eacute;m participam os integrantes da diretoria da Abraji e convidados internacionais vindos dos Estados Unidos, Inglaterra, Argentina, Paraguai, M&eacute;xico, Col&ocirc;mbia e El Salvador.</p>
<p>O Congresso ter&aacute; a participa&ccedil;&atilde;o de estudiosos e especialistas como Claudio Weber Abramo (Transpar&ecirc;ncia Brasil), Guilherme Canela (UNESCO), Gil Castello Branco (Contas Abertas), Mauro Paulino (Datafolha), M&aacute;rcia Cavallari (IBOPE) e o neurocientista Sidarta Ribeiro.</p>
<p>A programa&ccedil;&atilde;o do Congresso inclui ainda mais de 20 cursos t&eacute;cnicos e pr&aacute;ticos, como <a href="http://abraji.org.br/?id=90&amp;id_noticia=2041" target="_blank">t&eacute;cnicas de RAC (Reportagem com Aux&iacute;lio do Computador)</a>, <a href="http://abraji.org.br/?id=120&amp;acao=detalhe&amp;sala_id=6" target="_blank">leitura de balan&ccedil;o de empresas privadas</a>, <a href="http://abraji.org.br/?id=120&amp;acao=detalhe&amp;sala_id=19" target="_blank">licita&ccedil;&otilde;es</a>, <a href="http://abraji.org.br/?id=90&amp;id_noticia=2027" target="_blank">investiga&ccedil;&atilde;o nos esportes</a>, <a href="http://abraji.org.br/?id=120&amp;acao=detalhe&amp;sala_id=17" target="_blank">direito para jornalistas</a>, <a href="http://abraji.org.br/?id=120&amp;acao=detalhe&amp;sala_id=76" target="_blank">jornalismo narrativo</a> e <a href="http://abraji.org.br/?id=120&amp;acao=detalhe&amp;sala_id=2" target="_blank">cobertura de pol&iacute;tica internacional</a>.</p>
<p>As inscri&ccedil;&otilde;es para o Congresso s&atilde;o limitadas e devem ser feitas on-line. Cada participante escolhe as palestras a que quer assistir no ato da inscri&ccedil;&atilde;o. S&oacute;cios em dia com a anuidade e estudantes t&ecirc;m descontos.&nbsp;</p>
<p>Leia <a href="http://abraji.org.br/?id=120&amp;acao=programacao" target="_blank">aqui</a> a programa&ccedil;&atilde;o completa e garanta logo a sua vaga.&nbsp;</p>
<p><strong><br /></strong></p>
<p><strong>7&ordm; Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo</strong></p>
<p><strong>Quando</strong>: 12, 13 e 14 de julho de 2012</p>
<p><strong>Onde</strong>: S&atilde;o Paulo - Universidade Anhembi Morumbi - campus Vila Ol&iacute;mpia - unidade 7 (Rua Casa do Ator, 275)</p>
<p>Inscri&ccedil;&otilde;es: http://bit.ly/7Congresso</p>
<p>&nbsp;</p>
<div><br /></div>
<p>&nbsp;</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Artigo: Por que matar jornalistas?]]></title><link><![CDATA[http://www.abraji.org.br/?id=90&id_noticia=2046]]></link><description><![CDATA[<p>
<p>Publicado em <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,por-que-matar--jornalistas-,868038,0.htm?reload=y" target="_blank">3 de maio de 2012 no site do jornal O Estado de S.Paulo</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eug&ecirc;nio Bucci - O Estado de S.Paulo</p>
<p>Dia 23 de abril, uma segunda-feira, &agrave;s 23h30, mais um jornalista foi assassinado no Brasil. D&eacute;cio S&aacute; morreu com seis tiros num bar na cidade de S&atilde;o Lu&iacute;s. Tinha 42 anos e era rep&oacute;rter de O Estado do Maranh&atilde;o. Foi o quarto profissional de imprensa assassinado no Pa&iacute;s em 2012, o que eleva o Brasil ao topo de um ranking macabro na Am&eacute;rica Latina.</p>
<p>Dois suspeitos de serem c&uacute;mplices do assassinato de D&eacute;cio S&aacute; est&atilde;o presos, mas a impunidade n&atilde;o est&aacute; afastada. Ao contr&aacute;rio. O hist&oacute;rico das investiga&ccedil;&otilde;es policiais n&atilde;o &eacute; positivo em geral. Quando o assunto &eacute; homic&iacute;dio de jornalistas, &eacute; francamente negativo. Segundo um levantamento recente - que n&atilde;o leva em conta os casos de 2012 -, nos &uacute;ltimos 20 anos 70% desses assassinatos n&atilde;o foram esclarecidos. Contra a imprensa, o crime compensa. Traficantes de drogas, chefes de mil&iacute;cias e autoridades corruptas se revezam na lista de mandantes, mas a pol&iacute;cia n&atilde;o consegue encarcer&aacute;-los e a Justi&ccedil;a raramente chega a julg&aacute;-los.</p>
<p>O quadro &eacute; alarmante, nas palavras de Rupert Colville, porta-voz do Escrit&oacute;rio da ONU para Direitos Humanos, com sede na Su&iacute;&ccedil;a. Na semana passada, Jamil Chade, correspondente deste jornal em Genebra, reportou a declara&ccedil;&atilde;o de Colville: "N&oacute;s estamos alarmados com o fato de que mais um jornalista foi morto no Brasil neste ano. (...) Pedimos ao governo (brasileiro) para implementar imediatamente medidas de prote&ccedil;&atilde;o para prevenir novos incidentes".</p>
<p>Ele tem raz&atilde;o. Um pa&iacute;s em que os rep&oacute;rteres s&atilde;o fuzilados dessa forma &eacute; um pa&iacute;s em que o direito &agrave; informa&ccedil;&atilde;o est&aacute; sendo sequestrado. Se esses crimes prosperam, a liberdade de imprensa reflui, obrigatoriamente. Com eles vem a autocensura, no m&iacute;nimo. Para proteger a vida de seus funcion&aacute;rios os jornais passam a internalizar o medo. N&atilde;o h&aacute; como evitar. &Eacute; o que vem acontecendo com v&aacute;rias reda&ccedil;&otilde;es jornal&iacute;sticas no M&eacute;xico.</p>
<p>Na quinta-feira passada, em palestra no encontro da Associa&ccedil;&atilde;o Mundial de Jornais (WAN-Ifra), em Santiago, no Chile, o jornalista mexicano Javier Garza, do di&aacute;rio El Siglo de Torre&oacute;n, mostrou o que a guerra do tr&aacute;fico produziu em seu pa&iacute;s. Apenas em 2011, 6 mil pessoas foram assassinadas. Rep&oacute;rteres e editores sofrem amea&ccedil;as di&aacute;rias. Regularmente, os bandidos metralham com AK-47 a fachada de resid&ecirc;ncias de jornalistas e com isso aterrorizam as fam&iacute;lias. Resultado: as reda&ccedil;&otilde;es deixam de cobrir e publicar tudo o que deveriam cobrir e publicar. N&atilde;o &eacute; para menos. Na situa&ccedil;&atilde;o de inseguran&ccedil;a absoluta em que vivem algumas cidades mexicanas, hoje, enviar equipes para fotografar o local onde acaba de acontecer um massacre pode representar risco de morte.</p>
<p>Em suma, se os jornais n&atilde;o podem cobrir, o cidad&atilde;o n&atilde;o pode saber o que se passa em sua cidade, em seu pa&iacute;s. Com impunidade garantida, os criminosos escapam ilesos, deixando no ar a perturbadora hip&oacute;tese de que haveria um acumpliciamento entre autoridades inertes e bandidos sanguin&aacute;rios. As primeiras n&atilde;o fazem nada, os segundos atiram &agrave; vontade.</p>
<p>Foi exatamente esse o cen&aacute;rio que descreveu outra jornalista mexicana, Anabel Hern&aacute;ndez, que tamb&eacute;m fez uma palestra em Santiago na semana que passou. Rep&oacute;rter investigativa, ganhadora do Pr&ecirc;mio Pluma de Oro pela Liberdade 2012, conferido pela Associa&ccedil;&atilde;o Mundial de Jornais, Anabel usou palavras fortes: "Hoje no M&eacute;xico existe um estado criminal perfeito. E pensar isso, dizer isso, escrever isso &eacute; mais perigoso do que ser narcotraficante ou trabalhar para o narcotr&aacute;fico".</p>
<p>Voltemos, ent&atilde;o, &agrave; nossa pergunta: por que matar jornalistas?</p>
<p>Se o Estado n&atilde;o cumpre seu dever de garantir o direito &agrave; vida e &agrave; seguran&ccedil;a do povo, ele automaticamente sabota o direito da sociedade de ter acesso &agrave; informa&ccedil;&atilde;o. Em outras palavras: se o que vale &eacute; a lei da selva, n&atilde;o existem mais as premissas para que a institui&ccedil;&atilde;o da imprensa sobreviva. Por isso a ONU tem raz&atilde;o de exigir de governos e das autoridades o esclarecimento e o julgamento dos crimes praticados contra jornalistas. O Estado &eacute;, sim, respons&aacute;vel pelo caos - um caos desinformativo, &eacute; bom frisar - a que est&atilde;o submetidas muitas comunidades no M&eacute;xico - e algumas fam&iacute;lias no Brasil.</p>
<p>Por esse &acirc;ngulo, n&oacute;s podemos enxergar com nitidez cristalina, quase como se fosse com lupa, os la&ccedil;os pelos quais a corrup&ccedil;&atilde;o, a inoper&acirc;ncia judicial, o tr&aacute;fico de drogas e os bandos de exterm&iacute;nio se associam numa simbiose necess&aacute;ria. A todos esses polos da criminalidade interessa exercer o mando pela viol&ecirc;ncia privatizada e ilegal. Para tanto a eles interessa tamb&eacute;m suprimir a imprensa livre. Coerentemente, dividem as tarefas: uns matam os rep&oacute;rteres, outros garantem a impunidade - pois a impunidade s&oacute; &eacute; realmente vi&aacute;vel quando a imprensa est&aacute; acuada, intimidada, jurada de morte.</p>
<p>Poder Judici&aacute;rio que n&atilde;o julga, pol&iacute;cia que n&atilde;o investiga, governadores que fingem que n&atilde;o &eacute; com eles, traficantes que subornam pol&iacute;ticos, mil&iacute;cias que promovem massacres: todos s&atilde;o expoentes distintos de uma mesma m&aacute;quina que vem minando o Estado de Direito e amea&ccedil;ando a liberdade. O quadro piora ainda mais quando o poder governamental &eacute; mobilizado para prender jornalistas ou para levar jornais &agrave; fal&ecirc;ncia. Foi o que tentou fazer, no in&iacute;cio deste ano, o presidente do Equador, Rafael Correa, que depois se viu for&ccedil;ado a recuar.</p>
<p>Sem d&uacute;vida, h&aacute; um discurso anti-imprensa, um discurso fanatizante, ganhando volume em nosso continente. Em nome do combate a erros de jornalistas - erros que, por vezes, s&atilde;o de fato lament&aacute;veis -, esse discurso investe n&atilde;o mais contra erros, mas contra a pr&oacute;pria institui&ccedil;&atilde;o da imprensa livre, propondo cerce&aacute;-la de mil maneiras diferentes. Nasce da&iacute; um caldo de cultura que, demonizando os &oacute;rg&atilde;os de informa&ccedil;&atilde;o, facilita ainda mais a rotina dos narcotraficantes e dos que matam jornalistas - que matam jornalistas para oprimir o p&uacute;blico.</p>
</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Um jornalista é morto a cada 5 dias no mundo, diz ONG Repórteres Sem Fronteiras]]></title><link><![CDATA[http://www.abraji.org.br/?id=90&id_noticia=2045]]></link><description><![CDATA[<p>Por ocasi&atilde;o do Dia Mundial da liberdade de imprensa, 3 de maio, a ONG Rep&oacute;rteres Sem Fronteiras (RSF) <a href="http://en.rsf.org/a-journalist-killed-every-five-02-05-2012,42535.html" target="_blank">informa</a> que um jornalista foi assassinado a cada cinco dias no mundo, desde janeiro. A organiza&ccedil;&atilde;o condena a viol&ecirc;ncia contra jornalistas e blogueiros, tamb&eacute;m chamados de jornalistas cidad&atilde;os. Desde o in&iacute;cio do ano, 21 jornalistas e 6 jornalistas cidad&atilde;os foram mortos, particularmente em zonas de conflito como a Som&aacute;lia e S&iacute;ria, disse a ONG em nota divulgada na Tun&iacute;sia, local escolhido pela Unesco para celebrar a data por ter sido onde come&ccedil;ou a Primavera &Aacute;rabe.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Predadores da liberdade de informa&ccedil;&atilde;o</strong></p>
<p>A organiza&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m atualiza sua lista de &ldquo;predadores da liberdade de informa&ccedil;&atilde;o&rdquo;, que passa a conter 41 membros este ano. As revoltas de 2011 derrubaram diversos ditadores que estavam na lista, como Muammar Gadaff, na L&iacute;bia, e Ali Abdallah Saleh, no I&ecirc;men, &ldquo;mas isso infelizmente n&atilde;o reduziu a lista dos inimigos da informa&ccedil;&atilde;o&rdquo;, lamenta a ONG.&nbsp;</p>
<p>Em 2012, a RSF aponta seis novos integrantes da lista: Boko Haram, um grupo islamista da Nig&eacute;ria; o Conselho Supremo das for&ccedil;as armadas no Egito; o ministro da informa&ccedil;&atilde;o do governo federal da Som&aacute;lia; Vasif Talibov, governante da regi&atilde;o aut&ocirc;noma de Nakhchivan, no Azerbaij&atilde;o; as ag&ecirc;ncias de intelig&ecirc;ncia do Paquist&atilde;o e Kim Jong-un, que perpetua a ditadora de seu pai, Kim Jong-il.&nbsp;</p>
<p>Sobre Cuba, a organiza&ccedil;&atilde;o disse que "os ataques contra a imprensa independente e os blogueiros n&atilde;o cessaram". "Ra&uacute;l Castro n&atilde;o se comporta melhor que seu irm&atilde;o mais velho, Fidel, desde que assumiu oficialmente o poder em 2008", diz.&nbsp;</p>
<p>Al&eacute;m disso, a RSF visualiza uma tend&ecirc;ncia para pa&iacute;ses com mais de um inimigo da imprensa; seis pa&iacute;ses possuem dois nomes na lista. Som&aacute;lia tem a mil&iacute;cia isl&acirc;mica Al-Shaabaab assim como o ministro da informa&ccedil;&atilde;o, Abdulkadir Hussein Mohamed.No Paquist&atilde;o, h&aacute; o Talib&atilde; e as ag&ecirc;ncias de intelig&ecirc;ncia. No Azerbaij&atilde;o, os inimigos s&atilde;o o presidente Ilham Aliev e Talibov. R&uacute;ssia n&atilde;o apenas tem Vladimir Putin, mas tamb&eacute;m Ramzan Kadyrov. Os territ&oacute;rios palestinos tamb&eacute;m possuem dois inimigos da m&iacute;dia na lista dos Rep&oacute;rteres sem Fronteiras: as autoridades em Hamas e Gaza, ambas usando for&ccedil;as de seguran&ccedil;a para amea&ccedil;ar jornalistas. Por fim, o Ir&atilde;, com o aiatol&aacute; Sayyid Ali Khamenei e o presidente Ahmadinejad, que, apesar de sua rivalidade &ldquo;concordam em amorda&ccedil;ar a m&iacute;dia&rdquo;. O Ir&atilde; ainda configura, ao lado de Eritreia, China, Turquia e S&iacute;ria uma das maiores pris&otilde;es para jornalistas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FARC</strong></p>
<p>As For&ccedil;as Armadas Revolucion&aacute;rias da Col&ocirc;mbia estavam na lista por muitos anos. Sa&iacute;ram porque suas a&ccedil;&otilde;es deixaram de visar a jornalistas. Essa semana, por&eacute;m, as for&ccedil;as para-militares <a href="http://cpj.org/pt/2012/04/jornalista-frances-supostamente-sequestrado-na-col.php" target="_blank">anunciaram</a> a captura de um jornalista. O franc&ecirc;s Rom&eacute;o Langlois est&aacute; desaparecido desde 28 de abril na Col&ocirc;mbia ap&oacute;s trabalhar na cobertura de um combate entre a pol&iacute;cia e as FARC. "Estes terroristas mandaram para emissoras locais uma mensagem que teve a sua autenticidade confirmada. Nessa mensagem, admitem que t&ecirc;m Romeo Langlois, da rede de televis&atilde;o France 24&rdquo;, <a href="http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/05/exercito-da-colombia-confirma-que-farc-capturaram-jornalista-frances.html" target="_blank">disse</a> o general Javier Rey, comandante da Avia&ccedil;&atilde;o do Ex&eacute;rcito.&nbsp;</p>
<p>Entidades de imprensa de todo o mundo, como o representante do escrit&oacute;rio do Alto Comissariado das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para os Direitos Humanos (OACNUDH) na Col&ocirc;mbia, Todd Howland, e a chefe da diplomacia da Uni&atilde;o Europeia (UE), Catherine Ashton e a pr&oacute;pria ONG Rep&oacute;rteres sem Fronteiras, <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,entidades-pedem-libertacao-de-jornalista-frances-no-dia-da-liberdade-de-imprensa,868338,0.htm?reload=y " target="_blank">pediram</a> a liberta&ccedil;&atilde;o &nbsp;do jornalista no Dia Mundial de Liberdade da Imprensa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>M&eacute;xico</strong></p>
<p>O dia internacional de liberdade de imprensa foi marcado no M&eacute;xico pela morte de tr&ecirc;s fotojornalistas no estado de Veracruz. A <a href="http://www.wan-ifra.org/" target="_blank">Associa&ccedil;&atilde;o Internacional de Jornais e Editores de Not&iacute;cias (WAN-IFRA)</a> diz que essas mortes &ldquo;proporcionaram um amargo lembrete dos perigos extremos enfrentados pela m&iacute;dia em um pa&iacute;s que sistematicamente falha em refor&ccedil;ar a lei para prote&ccedil;&atilde;o de sua imprensa&rdquo;.&nbsp;</p>
<p>A Associa&ccedil;&atilde;o e o F&oacute;rum Internacional de Editores escreveram para o presidente mexicano Felipe Calder&oacute;n pela segunda vez, para expressar sua indigna&ccedil;&atilde;o pelos assassinatos e pedir investiga&ccedil;&otilde;es urgentes. &ldquo;Estamos seriamente preocupados com os n&iacute;veis horr&iacute;veis de viol&ecirc;ncia contra jornalistas no M&eacute;xico e, particularmente, no estado de Veracruz&rdquo;, <a href="http://www.wan-ifra.org/node/58090" target="_blank">diz a carta</a>.&nbsp;</p>
<p>Pelo menos 43 jornalistas morreram no M&eacute;xico desde que o presidente Calder&oacute;n tomou o poder e, nos &uacute;ltimos 18 meses, oito foram assassinados. A hist&oacute;ria se repetiu com a descoberta das mortes de dois rep&oacute;rteres fotogr&aacute;ficos, Gabriel Huge, Guillermo Luna, na &uacute;ltima semana. Luna trabalhava na ag&ecirc;ncia Veracruznews, e Huge estava at&eacute; recentemente no jornal Notiver e havia recebido amea&ccedil;as nos &uacute;ltimos meses, segundo colegas.</p>
<p>No come&ccedil;o da semana, outra jornalista de Veracruz, Regina Mart&iacute;nez, foi encontrada morta com sinais de agress&otilde;es e estrangulamento em sua casa, na localidade de Xalapa. Ela <a href="http://br.reuters.com/article/worldNews/idBRSPE8420AF20120503 " target="_blank">trabalhava</a> na revista de maior circula&ccedil;&atilde;o no M&eacute;xico, a <em>Proceso</em>, e costumava escrever sobre o narcotr&aacute;fico e seu envolvimento com policiais.</p>
<p><a href="http://cpj.org/pt/2012/04/corpo-de-reporter-mexicana-foi-encontrado-espancad.php" target="_blank">Na semana anterior ao seu assassinato</a>, cobriu a pris&atilde;o de um suposto l&iacute;der de Los Zetas; a pris&atilde;o de nove policiais acusados de trabalhar para um cartel de drogas; e fez a reportagem sobre um prefeito que foi preso junto com supostos pistoleiros de um cartel depois de um tiroteio com o ex&eacute;rcito mexicano, segundo as informa&ccedil;&otilde;es da imprensa.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description></item></channel>
</rss>

