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<title>ABRAJI :: Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo</title>
<link>http://www.abraji.org.br</link>
<description>A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo foi criada por um grupo de jornalistas brasileiros interessados em trocar experiências, informações e dicas sobre reportagem, principalmente sobre reportagens investigativas.

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<language>pt-br</language>
<webMaster>abraji@abraji.org.br</webMaster>
<item><title><![CDATA[Autor de "Marighella" falará sobre a biografia do militante na 8ª Conferência Global de Jornalismo Investigativo]]></title><link><![CDATA[http://www.abraji.org.br/?id=90&id_noticia=2485]]></link><description><![CDATA[<p>O jornalista M&aacute;rio Magalh&atilde;es falar&aacute; sobre sua experi&ecirc;ncia ao escrever a biografia de Carlos Marighella durante a 8&ordf; Confer&ecirc;ncia Global de Jornalismo Investigativo em outubro, no Rio. Lan&ccedil;ado em 2012, o livro levou nove anos para ser escrito e contou com uma pesquisa que envolve entrevista com 256 pessoas e uma bibliografia de mais de 600 documentos.&nbsp;</p>
<p>Magalh&atilde;es tem 27 anos de profiss&atilde;o e j&aacute; trabalhou nos jornais "Tribuna da Imprensa", &nbsp;"O Globo", "O Estado de S.Paulo" e &ldquo;Folha de S.Paulo&rdquo; at&eacute; que em 2003 deixou o jornal para se dedicar &agrave; biografia de Marighella. Voltou ao jornal em 2006 e chegou ao cargo de ombudsman entre 2007 e 2008. Foi vencedor de mais de 20 pr&ecirc;mios de jornalismo, entre eles o Esso, Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos e Medalha Chico Mendes de Direitos Humanos.</p>
<p><strong>A Obra</strong></p>
<p>No livro &ldquo;Marighella: O Guerrilheiro que Incendiou o Mundo&rdquo;, M&aacute;rio Magalh&atilde;es aborda com riqueza de detalhes a vida de Marighella passando desde a vida amorosa do militante at&eacute; sua intensa carreira pol&iacute;tica. Militante do Partido Comunista nos anos 1960 e fundador da Alian&ccedil;a Libertadora Nacional (ALN), Carlos Marighella foi proclamado pela ditadura militar como inimigo n&uacute;mero um do regime. Poeta, foi autor do &ldquo;Minimanual do Guerrilheiro Urbano&rdquo;, traduzido para dezenas de idiomas e considerado um cl&aacute;ssico da literatura de guerrilha.&nbsp;</p>
<p>Gra&ccedil;as &agrave; rica pesquisa, M&aacute;rio p&ocirc;de se debru&ccedil;ar sobre a obra e descrever epis&oacute;dios com riqueza de linguagem e detalhes, como o trecho sobre o momento em que Marighella &eacute; morto em uma emboscada policial em S&atilde;o Paulo: &ldquo;Deitou-se sobre o estepe e apoiou os p&eacute;s em uma lateral e no piso da camionete. A m&atilde;o esquerda segurou outra lateral. A direita salvou o cocuruto das batidas. As feridas do&iacute;am como agulhadas. Com o balan&ccedil;o, os v&ocirc;mitos se sucediam. A madrugada estava longe do fim quando Carlos Marighella se sentiu numa nave a viajar pela estratosfera. Lembrou-se do cosmonauta pioneiro do espa&ccedil;o. E sonhou, acordado, que era Yuri Gag&aacute;rin.&rdquo;</p>
<p>Al&eacute;m de M&aacute;rio Magalh&atilde;es, Joaquim Barbosa (presidente do Supremo Tribunal Federal), Juan Arias (correspondente no Brasil do jornal espanhol El Pa&iacute;s), Aud&aacute;lio Dantas (autor de As Duas Guerras de Vlado Herzog), Miriam Leit&atilde;o (O Globo), Rubens Valente (Folha de S.Paulo), Juca Kfouri (UOL/ESPN/Folha de S.Paulo), Jos&eacute; Paulo Kupfer (O Estado de S.Paulo) e Thomas Blanton (National Security Archives - EUA) tamb&eacute;m est&atilde;o entre os confirmados para o Congresso deste ano. O 8&ordm; Congresso acontecer&aacute; de 12 a 15 de outubro no Rio de Janeiro no pr&eacute;dio da Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). As inscri&ccedil;&otilde;es podem ser feitas pelo site da Abraji com pre&ccedil;o promocional at&eacute; dia 9 de setembro.</p>
<p>Associados da Abraji, estudantes ou profissionais, t&ecirc;m desconto. Veja os valores na tabela abaixo:</p>
<p><strong>Investimento:</strong></p>
<p>Profissional s&oacute;cio: &nbsp;R$ 300<br />Estudante s&oacute;cio: &nbsp; &nbsp;R$ 215<br />Profissional n&atilde;o-s&oacute;cio: &nbsp;R$ 490<br />Estudante n&atilde;o-s&oacute;cio: &nbsp; &nbsp;R$ 310</p>
<p><strong>Servi&ccedil;o:</strong></p>
<p>Confer&ecirc;ncia Global de Jornalismo Investigativo<br />Quando: 12, 13, 14 e 15 de outubro de 2013<br />Onde: PUC-RJ &ndash; G&aacute;vea (r. Marqu&ecirc;s de S&atilde;o Vicente, 225)<br />Inscri&ccedil;&otilde;es on-line: <a href="http://bit.ly/187YPTk" target="_blank">http://bit.ly/187YPTk</a><br />Mais informa&ccedil;&otilde;es: <a href="http://bit.ly/GIJC2013" target="_blank">http://bit.ly/GIJC2013</a></p>
<div><br /></div>
<p>&nbsp;</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Prêmio Esso de 2012, reportagem sobre hospital psiquiátrico de Barbacena é lançada em livro]]></title><link><![CDATA[http://www.abraji.org.br/?id=90&id_noticia=2484]]></link><description><![CDATA[<p>Um trem chega abarrotado de gente. Nos vag&otilde;es est&atilde;o alco&oacute;latras, sem-tetos, deficientes f&iacute;sicos e mentais, m&atilde;es solteiras, homossexuais, prostitutas, militantes pol&iacute;ticos. S&atilde;o todos desembarcados na &ldquo;Col&ocirc;nia&rdquo;, onde, sem acesso a roupas ou &aacute;gua pot&aacute;vel, ser&atilde;o submetidos a diversas pr&aacute;ticas de tortura e maus tratos como eletrochoques, lobotomia e leucotomia (retirada e desconex&atilde;o de fibras cerebrais do restante do c&eacute;rebro via procedimento cir&uacute;rgico).</p>
<p><img style="float: left;" src="../midia/arquivos/file1369064295.jpeg" alt="" width="300" height="435,6" />A cena pode parecer t&iacute;pica de um campo de concentra&ccedil;&atilde;o de qualquer regime totalitarista europeu do per&iacute;odo entre guerras, mas a rep&oacute;rter Daniela Arbex mostra em seu livro &ldquo;Holocausto Brasileiro - Vida, Genoc&iacute;dio e 60 Mil Mortes No Maior Hosp&iacute;cio do Brasil&rdquo; que a cena aconteceu frequentemente e durante d&eacute;cadas na pacata cidade de Barbacena, no sul de Minas Gerais.<br /><br />Fundado em 1903 no pr&eacute;dio do antigo Sanat&oacute;rio de Tuberculose para oferecer assist&ecirc;ncia aos &ldquo;alienados de Minas Gerais&rdquo;, o Hospital Col&ocirc;nia tinha capacidade para 200 leitos, mas em 1961 j&aacute; contava com cinco mil pacientes. Por ali passaram mais de 60 mil pessoas que morreram de fome, frio, diarreia, pneumonia, maus-tratos, abandono, tortura. Dentre os &ldquo;pacientes&rdquo;, 70% n&atilde;o sofria nenhum tipo de doen&ccedil;a mental.<br /><br />As hist&oacute;rias dos sobreviventes deste genoc&iacute;dio s&atilde;o narradas por Daniela em seu livro publicado pela editora Gera&ccedil;&atilde;o Editorial. A obra &eacute; resultado do trabalho de Daniela com a s&eacute;rie de reportagens &ldquo;Holocausto Brasileiro: 50 anos sem puni&ccedil;&atilde;o&rdquo; publicadas pelo Jornal Tribuna de Minas e com a qual venceu o pr&ecirc;mio Esso em 2012. Foram 30 dias de investiga&ccedil;&atilde;o tendo como ponto de partida as imagens do fot&oacute;grafo Luiz Alfredo publicadas pela revista &ldquo;O Cruzeiro&rdquo; em 1961. Ao final, Daniela descobriu detalhes macabros sobre o que um dia foi o maior hospital psiqui&aacute;trico do pa&iacute;s: 1.853 corpos de pacientes mortos durante &ldquo;tratamento&rdquo; foram vendidos para 17 faculdades at&eacute; o in&iacute;cio dos anos 80.<br /><br />O livro tem lan&ccedil;amento nacional previsto para in&iacute;cio de junho e encontra-se em <a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/4896352/holocausto-brasileiro-vida-genocidio-e-60-mil-mortes-no-maior-hospicio-do-brasil/" target="_blank">pr&eacute;-venda pela livraria Saraiva.</a></p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Mais um policial é preso em Minas em investigação sobre morte de jornalistas]]></title><link><![CDATA[http://www.abraji.org.br/?id=90&id_noticia=2483]]></link><description><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Publicado <a href="http://www1.folha.uol.com.br/poder/2013/05/1278672-mais-um-policial-e-preso-em-minas-em-investigacao-sobre-morte-de-jornalistas.shtml" target="_blank">em 14 de maio de 2013 na Folha.com</a></p>
<p>A Pol&iacute;cia Civil de Minas Gerais prendeu nesta segunda-feira (13) mais um policial sob suspeita de envolvimento em pelo menos um dos 14 supostos crimes de exterm&iacute;nio ocorridos nos &uacute;ltimos anos em Ipatinga, cidade do Vale do A&ccedil;o mineiro. O nome do policial n&atilde;o foi divulgado.</p>
<p>As pris&otilde;es tiveram in&iacute;cio ap&oacute;s as mortes de dois jornalistas. O rep&oacute;rter Rodrigo Neto de Faria e o rep&oacute;rter fotogr&aacute;fico Walgney Carvalho, do jornal "Vale do A&ccedil;o", foram mortos em mar&ccedil;o e abril, respectivamente.</p>
<p>O jornalista Faria estava amea&ccedil;ado de morte porque vinha investigando e publicando reportagens sobre crimes na regi&atilde;o do Vale do A&ccedil;o praticados supostamente por um grupo de exterm&iacute;nio.</p>
<p>Ao todo, oito policiais presos j&aacute; foram presos --um deles &eacute; militar. Um deles j&aacute; foi solto pela Justi&ccedil;a a pedido da pr&oacute;pria pol&iacute;cia.</p>
<p>Al&eacute;m deles, tr&ecirc;s homens foram presos na semana passada durante opera&ccedil;&atilde;o para cumprimento de 12 mandados de busca e apreens&atilde;o. As pris&otilde;es foram por porte ilegal de arma.</p>
<p>Todas as pris&otilde;es est&atilde;o relacionadas com casos que Faria vinha acompanhando e publicando. Nenhuma informa&ccedil;&atilde;o sobre as investiga&ccedil;&otilde;es &eacute; passada pela pol&iacute;cia, sob o argumento de n&atilde;o atrapalhar as investiga&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>Os cinco promotores que integram a for&ccedil;a-tarefa tamb&eacute;m foram nomeados pela Procuradoria-Geral de Justi&ccedil;a com a obriga&ccedil;&atilde;o se s&oacute; se manifestarem nos autos.</p>
<p>A Secretaria de Direitos Humanos da Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica acompanha o caso.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Dois terços dos jornalistas têm problemas para obter dados do poder Executivo]]></title><link><![CDATA[http://www.abraji.org.br/?id=90&id_noticia=2482]]></link><description><![CDATA[<p>Para celebrar o primeiro ano em vigor da Lei de Acesso no Brasil, a Abraji realizou pesquisa online com jornalistas para avaliar como a imprensa vem usando essa ferramenta &ndash; e descobrir &nbsp;em que pontos a aplica&ccedil;&atilde;o da lei ainda est&aacute; deixando a desejar. De 20 de fevereiro a 9 de abril deste ano, 87 jornalistas de 14 estados diferentes responderam a um question&aacute;rio objetivo que mostra como a LAI vem sendo aplicada em n&iacute;veis federal, estadual e municipal e pelos poderes Executivo, Legislativo e Judici&aacute;rio.</p>
<p>A pesquisa mostra que o poder Executivo, nas tr&ecirc;s esferas, &eacute; o que recebe o maior n&uacute;mero requerimentos da imprensa. E tamb&eacute;m &eacute; aquele em que h&aacute; o maior n&uacute;mero de problemas. Nas tr&ecirc;s esferas territoriais, 2 em cada 3 rep&oacute;rteres ouvidos pela Abraji relataram problemas ao pedir informa&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas a governos. &nbsp;</p>
<p>O relat&oacute;rio, dispon&iacute;vel para <a href="http://www.abraji.org.br/midia/arquivos/file1368697819.pdf" target="_blank">download neste link</a> e no site www.abraji.org.br , tamb&eacute;m busca compreender a natureza dos problemas relatados. Informa&ccedil;&otilde;es sobre dados administrativos &ndash; referentes a contratos, repasses e sal&aacute;rios de servidores &ndash; s&atilde;o os mais citados entre aqueles que tiveram dados negados pelos governos, seja em n&iacute;vel federal, estadual ou municipal.&nbsp;</p>
<p>H&aacute; tamb&eacute;m relatos de negativas de acesso a dados de fiscaliza&ccedil;&atilde;o &ndash; como relat&oacute;rios de auditoria e procedimentos de controle interno &ndash;, mencionados por 47% dos jornalistas que pediram dados aos legislativos estaduais. Informa&ccedil;&otilde;es que expressam o posicionamento dos dirigentes p&uacute;blicos &ndash; como notas t&eacute;cnicas, of&iacute;cios, e-mails e memorandos &ndash; foram negadas a 39% dos rep&oacute;rteres que solicitaram dados ao governo federal ouvidos no levantamento.&nbsp;</p>
<p>Ao final da pesquisa, os jornalistas foram convidados a especificar de forma espont&acirc;nea os &oacute;rg&atilde;os onde encontraram mais problemas para obter informa&ccedil;&otilde;es de interesse p&uacute;blico. Dentre as 44 entidades citadas, vale destacar a Casa Civil da Presid&ecirc;ncia, o Comando do Ex&eacute;rcito (quatro men&ccedil;&otilde;es cada um) e Assembleia Legislativa de S&atilde;o Paulo (tr&ecirc;s men&ccedil;&otilde;es).</p>
<p>Para o presidente da Abraji, Marcelo Moreira, a aprova&ccedil;&atilde;o da Lei de Acesso foi &ldquo;uma das mais importantes conquistas para o jornalismo brasileiro dos &uacute;ltimos anos&rdquo; e permitiu a &ldquo;mais rep&oacute;rteres e editores buscar informa&ccedil;&otilde;es cujo acesso antes era dificultado&rdquo;. Moreira pondera que &ldquo;ainda h&aacute; um longo caminho a ser percorrido para que a publicidade de informa&ccedil;&otilde;es de interesse p&uacute;blico seja observada como preceito geral e, o sigilo, como exce&ccedil;&atilde;o&rdquo;, como determina a lei. &nbsp;</p>
<p>&ldquo;Por isso jornalistas aproveitaram o anivers&aacute;rio da Lei de Acesso para trazer, por meio da Abraji, uma s&eacute;rie de sugest&otilde;es e reivindica&ccedil;&otilde;es fundamentais &agrave; implementa&ccedil;&atilde;o da lei na forma prevista&rdquo;, explica Moreira.</p>
<p><strong>Sugest&otilde;es<br /></strong>Entre as medidas sugeridas para o aprimoramento da aplica&ccedil;&atilde;o da Lei, jornalistas citam a necessidade de estabelecimento de prazos para que a Controladoria-Geral da Uni&atilde;o (CGU) responda a recursos anteriormente negados em inst&acirc;ncias inferiores. Atualmente, n&atilde;o h&aacute; prazo definido. Uma vez no &oacute;rg&atilde;o, o pedido segue o rito administrativo &ndash; ou, nas palavras de um dos jornalistas ouvidos, &ldquo;cai num buraco-negro&rdquo;.</p>
<p>Os rep&oacute;rteres tamb&eacute;m fizeram considera&ccedil;&otilde;es sobre o formato dos dados disponibilizados (que nem sempre &eacute; aberto, como determina a lei); destacaram a falta de estrutura e regulamenta&ccedil;&atilde;o para cumprimento da legisla&ccedil;&atilde;o em alguns &oacute;rg&atilde;os de diferentes esferas do poder; a falta de clareza quanto a obriga&ccedil;&otilde;es de concession&aacute;rias, ag&ecirc;ncias governamentais e empresas de capital misto; a repeti&ccedil;&atilde;o de respostas negativas, mesmo ap&oacute;s a apresenta&ccedil;&atilde;o de novos argumentos; e a falta de transpar&ecirc;ncia na Comiss&atilde;o Mista de Reavalia&ccedil;&atilde;o de Informa&ccedil;&otilde;es, que &eacute; a &uacute;ltima inst&acirc;ncia recursal da lei.</p>
<p>A Lei de Acesso (12.527/2012) foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff no dia 18 de novembro de 2011 e est&aacute; em vigor desde 16 de maio de 2012. O texto foi encaminhado pela Casa Civil ao Congresso ap&oacute;s press&atilde;o da sociedade civil, especialmente da Abraji e das organiza&ccedil;&otilde;es do F&oacute;rum de Direito de Acesso a Informa&ccedil;&atilde;o (que &eacute; coordenado pela Abraji). Da mesma maneira, foi o acompanhamento cuidadoso de sua tramita&ccedil;&atilde;o que evitou altera&ccedil;&otilde;es que poderiam desvirtuar os objetivos do texto original.</p>
<p>Na pr&oacute;xima semana, a Abraji, Artigo 19. Conectas e Transpar&ecirc;ncia Brasil realizam o semin&aacute;rio &ldquo;Um ano de transpar&ecirc;ncia: usos e desusos da Lei de Acesso&rdquo;, em S&atilde;o Paulo. O evento &eacute; gratuito e vai detalhar os resultados desta pesquisa da Abraji, al&eacute;m de debater experi&ecirc;ncias do terceiro setor com a regra. O objetivo &eacute; fortalecer a Lei de Acesso e sugerir melhores pr&aacute;ticas para quem precisa cumpri-la e para quem quer us&aacute;-la. O evento ser&aacute; realizado no campus da ESPM (r. Dr. &Aacute;lvaro Alvim, 123 | metr&ocirc; V. Mariana) no dia 22 de maio, quarta-feira, das 9h &agrave;s 12h. As inscri&ccedil;&otilde;es podem ser feitas pelo <a href="https://docs.google.com/forms/d/1uRVw3FpdoRAJQ20QG9ZMA0cM22dKD1CnIJ6UNTZpXGo/viewform" target="_blank">link</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Audálio Dantas confirma presença na exibição do documentário "Garrafas ao mar"]]></title><link><![CDATA[http://www.abraji.org.br/?id=90&id_noticia=2481]]></link><description><![CDATA[<p>
<p>Aud&aacute;lio Dantas &eacute; o convidado confirmado para a exibi&ccedil;&atilde;o do document&aacute;rio &ldquo;Garrafas ao mar &ndash; a v&iacute;bora manda lembran&ccedil;as&rdquo; no pr&oacute;ximo dia 27 de maio no Sindicato dos Jornalistas. Aud&aacute;lio tem 59 anos de carreira como jornalista e j&aacute; trabalhou nos jornais Folha da Manh&atilde;, revistas O Cruzeiro, Realidade e Manchete. Entre seus principais trabalhos est&aacute; o livro &ldquo;Quarto de despejo&rdquo;, em que editou o di&aacute;rio de uma moradora da favela do Canind&eacute;, zona norte de S&atilde;o Paulo. Na obra, a moradora narra o dia-a-dia na comunidade expondo problemas sociais como a falta de assist&ecirc;ncia m&eacute;dica, alimenta&ccedil;&atilde;o e moradia. Mais recentemente, lan&ccedil;ou &ldquo;As Duas Guerras de Vlado Herzog&rdquo;, em que tra&ccedil;a a biografia de Vladimir Herzog desde a sa&iacute;da de sua fam&iacute;lia da Iugosl&aacute;via fugindo dos nazistas at&eacute; seu embate com o regime militar no Brasil.</p>
<p>Ap&oacute;s a exibi&ccedil;&atilde;o, o jornalista vai participar de uma sess&atilde;o de debate sobre o document&aacute;rio &ldquo;Garrafas ao mar&rdquo; junto com o diretor do filme, Geneton Moraes Neto. O document&aacute;rio compila as conversas gravadas de Geneton Moraes com o rep&oacute;rter Joel Silveira ao longo de 20 anos at&eacute; a sua morte, em 2007.&nbsp;</p>
<p>Joel Silveira foi precursor do jornalismo liter&aacute;rio no Brasil tendo convivido com Nelson Rodrigues e entrevistando figuras hist&oacute;ricas do pa&iacute;s como Gilberto Freyre, Get&uacute;lio Vargas, Graciliano Ramos, Jorge Amado entre outros. Recebeu de &nbsp;Assis Chateaubriand o apelido de &ldquo;V&iacute;bora&rdquo; devido ao seu modo ferino de escrever. Durante o document&aacute;rio, ele conta os bastidores de suas principais reportagens e fala sobre sua longa carreira de rep&oacute;rter.</p>
<p><strong>Servi&ccedil;o:</strong></p>
<p>Exibi&ccedil;&atilde;o document&aacute;rio &ldquo;Garrafas ao Mar: a v&iacute;bora manda lembran&ccedil;as&rdquo;<br />Onde: Audit&oacute;rio Vladimir Herzog &ndash; Sindicato dos Jornalistas do Estado de S&atilde;o Paulo. Rua Rego Freitas, 530 - sobreloja.<br />Data: 27 de maio<br />Hora: 20h</p>
<p>Gratuito. N&atilde;o &eacute; necess&aacute;ria inscri&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via.</p>
</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Joaquim Barbosa será palestrante em congresso de jornalismo no RJ]]></title><link><![CDATA[http://www.abraji.org.br/?id=90&id_noticia=2480]]></link><description><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Publicado <a href="http://www1.folha.uol.com.br/poder/2013/05/1277598-joaquim-barbosa-sera-palestrante-em-congresso-de-jornalismo-no-rj.shtml" target="_blank">em 13 de maio de 2013 na Folha.com</a></p>
<p>O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, confirmou que ser&aacute; um dos palestrantes do 8&euml; Congresso de Jornalismo Investigativo da Abraji (Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Jornalismo Investigativo).</p>
<p>No encontro, ele deve abordar a rela&ccedil;&atilde;o do Judici&aacute;rio com a imprensa e o desafio da cobertura jornal&iacute;stica sobre o assunto. Neste ano, o congresso ser&aacute; realizado junto com a 8&atilde; Confer&ecirc;ncia Global de Jornalismo Investigativo.</p>
<p>O evento ser&aacute; realizado de 12 a 15 de outubro, na Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica (PUC) do Rio, no bairro da G&aacute;vea (r. Marqu&ecirc;s de S&atilde;o Vicente, 225).</p>
<p>As inscri&ccedil;&otilde;es podem ser feitas on-line no site da Abraji.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Jornalista é ameaçado na fronteira entre Brasil e Paraguai]]></title><link><![CDATA[http://www.abraji.org.br/?id=90&id_noticia=2479]]></link><description><![CDATA[<p>
<p>Publicado <a href="http://portalimprensa.uol.com.br/noticias/internacional/58619/jornalista+e+ameacado+na+fronteira+entre+brasil+e+paraguai" target="_blank">em 10 de maio de 2013 no Portal Imprensa</a></p>
<p>Na quinta-feira (9/5), Lourenso V&eacute;ras, assessor de imprensa da C&acirc;mara Municipal de Ponta Por&atilde; (MS) e fot&oacute;grafo do site Pedro Juan News, recebeu amea&ccedil;as de morte atrav&eacute;s de mensagens de celular. O correios de texto diziam que o nome V&eacute;ras estava em uma &ldquo;lista negra&rdquo; de pessoas marcadas para morrer.</p>
<p>Segundo A Cr&iacute;tica, o jornalista acredita que as amea&ccedil;as s&atilde;o uma retalia&ccedil;&atilde;o por causa de suas recentes reportagens detalhando a vida das autoridades da fronteira entre Pedro Juan Caballero (Paraguai) e Ponta Por&atilde; (MS), que lutam contra o narcotr&aacute;fico e o crime organizado. A mat&eacute;ria de V&eacute;ras tamb&eacute;m faz den&uacute;ncias sobre poss&iacute;veis envolvidos no assassinato do jornalista Carlos Artaza.</p>
<p>O jornalista j&aacute; denunciou a amea&ccedil;as &agrave; pol&iacute;cia paraguaia. Aparentemente, V&eacute;ras &eacute; a quinta pessoa a receber amea&ccedil;as do mesmo n&uacute;mero de celular. Antes dele, autoridades da fronteira e seus familiares j&aacute; haviam recebido amea&ccedil;as de morte e falsos avisos de bomba. Desde o ano passado, tr&ecirc;s jornalistas foram assassinados na fronteira entre Brasil e Paraguai.</p>
<p>V&eacute;ras afirma que apesar das amea&ccedil;as vai continuar com seu trabalho na fronteira. &ldquo;Eu vou seguir realizando meu trabalho como o fa&ccedil;o todos os dias; e n&atilde;o vai ser esta amea&ccedil;a contra minha vida que me far&aacute; desistir ou vai me fazer ficar trancado dentro da minha casa&rdquo;, disse o jornalista.</p>
</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Instituto Prensa Y Sociedad abre inscrições para prêmio de jornalismo investigativo]]></title><link><![CDATA[http://www.abraji.org.br/?id=90&id_noticia=2478]]></link><description><![CDATA[<p>
<p>Est&atilde;o abertas as inscri&ccedil;&otilde;es para o Premio Latinoamericano de Periodismo de Investigaci&oacute;n. O pr&ecirc;mio oferecido pelo IPYS (Instituto Prensa Y Sociedad) tem o intuito de fomentar o trabalho e a qualidade do jornalismo investigativo para incentivar uma maior transpar&ecirc;ncia de governos e empresas. Os trabalhos inscritos devem ser enviados at&eacute; dia 14 de junho por email ou correio e precisam ter sido publicados em 2012 em algum ve&iacute;culo impresso ou eletr&ocirc;nico (r&aacute;dio, TV e internet).&nbsp;</p>
<p>A cerim&ocirc;nia de premia&ccedil;&atilde;o ser&aacute; durante a 5&ordf; Confer&ecirc;nciaLatinoamericana de Periodismo de Investigaci&oacute;n (COLPIN) que acontece junto com o <a href="http://abraji.org.br/?id=90&amp;id_noticia=2460" target="_blank">8&ordm; Congresso de Jornalismo Investigativo da Abraji</a> entre 12 e 15 de outubro, no Rio de Janeiro. Os vencedores receber&atilde;o de US$ 5 mil a US$15 mil como pr&ecirc;mio de acordo com a classifica&ccedil;&atilde;o das reportagens.</p>
<p>Nos dois &uacute;ltimos anos, reportagens brasileiras foram as premiadas: a s&eacute;rie de reportagens &ldquo;Di&aacute;rios Secretos&rdquo;, da Gazeta do Povo junto com a RPC-TV no Paran&aacute;, com produ&ccedil;&atilde;o de James Alberti, diretor da Abraji, e a reportagem sobre o aumento patrimonial de Ant&ocirc;nio Palocci como ministro da Casa Civil,publicado por Andreza Matais na Folha de S.Paulo.</p>
<p>Para mais informa&ccedil;&otilde;es sobre inscri&ccedil;&otilde;es, vencedores dos anos anteriores e formato dos trabalhos acesse: <a href="http://www.premio.ipys.org" target="_blank">http://www.premio.ipys.org</a></p>
<div><br /></div>
</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Três homens são detidos por suspeita de envolvimento na morte de jornalistas no Vale do Aço]]></title><link><![CDATA[http://www.abraji.org.br/?id=90&id_noticia=2477]]></link><description><![CDATA[<p>Tr&ecirc;s homens foram presos em flagrante por porte ilegal de armas ontem, quarta-feira (08), ap&oacute;s uma opera&ccedil;&atilde;o de busca e apreens&atilde;o realizada pela Pol&iacute;cia Civil em Minas Gerais. Eles tamb&eacute;m s&atilde;o suspeitos de envolvimento em 14 crimes na regi&atilde;o do Vale do A&ccedil;o, entre eles os assassinatos dos jornalistas Rodrigo Neto e Walgney Carvalho.</p>
<p>Entre os detidos est&atilde;o Joaquim Pereira de Souza, 43 anos, preso em Ipatinga, e Ailton Barbosa da Silva, 32 anos, preso em Santana do Para&iacute;so. Ambos s&atilde;o reincidentes nesse tipo crime e n&atilde;o ter&atilde;o direito a pagar fian&ccedil;a devendo ficar &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o da Justi&ccedil;a.&nbsp;</p>
<p>O terceiro suspeito flagrado com porte ilegal de arma, Chinaider Ferreira, 29 anos, tamb&eacute;m foi preso em Santana do Para&iacute;so e ter&aacute; direito ao pagamento fian&ccedil;a por ser r&eacute;u prim&aacute;rio.&nbsp;</p>
<p>No total, a pol&iacute;cia cumpriu 12 mandados de busca e apreens&atilde;o expedidos pela justi&ccedil;a. Cinco armas foram apreendidas, sendo duas espingardas e tr&ecirc;s rev&oacute;lveres calibre 38. O chefe do Departamento de Investiga&ccedil;&atilde;o de Homic&iacute;dios e de Prote&ccedil;&atilde;o &agrave; Pessoa (DIHPP), delegado Wagner Pinto, respons&aacute;vel pela equipe que investiga os casos, classificou como &ldquo;muito proveitosa&rdquo; a opera&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Seis policiais, sendo um militar e cinco civis, j&aacute; haviam sido presos temporariamente em abril suspeitos de envolvimento nos crimes, um deles foi solto a pedido da pr&oacute;pria Pol&iacute;cia Civil. Os inqu&eacute;ritos j&aacute; somam mais de 500 p&aacute;ginas. Cerca de 50 pessoas, entre testemunhas e suspeitos, j&aacute; foram ouvidas.</p>
<div><br /></div>
<p>&nbsp;</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Últimos dias de inscrições para o curso online gratuito sobre Ferramentas Digitais do ICFJ]]></title><link><![CDATA[http://www.abraji.org.br/?id=90&id_noticia=2476]]></link><description><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 9.0pt; font-family: ">&Uacute;ltimos dias para as &nbsp;inscri&ccedil;&otilde;es para o curso online &ldquo;Ferramentas digitais para o jornalismo de interesse p&uacute;blico&rdquo; oferecido pelo<span>&nbsp;</span><a href="http://www.icfj.org/" target="_blank"><strong><span style="color: black;">International Center For Journalists</span></strong></a>. O curso acontecer&aacute; entre os dias 27 de maio e 28 de junho com a dire&ccedil;&atilde;o do jornalista FabianoAng&eacute;lico e pelo professor de jornalismo digital da PUC-RS (Pont&iacute;ficia Universidade Cat&oacute;lica do Rio Grande do Sul) Marcelo Tr&auml;sel.&nbsp;As inscri&ccedil;&otilde;es podem ser feitas at&eacute; sexta-feira (10 de maio) e s&atilde;o gratuitas.</span></p>
<p><span style="font-size: 9.0pt; font-family: ">Entre as t&eacute;cnicas que ser&atilde;o apresentadas est&atilde;o o refinamento de buscas, uso de mapas, prepara&ccedil;&atilde;o de fotografias e v&iacute;deos para a publica&ccedil;&atilde;o na web e a cria&ccedil;&atilde;o de weblogs. O objetivo &eacute; que o aluno adquira habilidades permanentes em narrativas multim&iacute;dias.</span></p>
<p><span style="font-size: 9.0pt; font-family: ">Ao final, os alunos ser&atilde;o convidados a proporum projeto de jornalismo de interesse p&uacute;blico. Os 15 melhores projetos ser&atilde;o selecionados para serem acompanhados durante um m&ecirc;s pelos coordenadores do curso.</span></p>
<p><span style="font-size: 9.0pt; font-family: ">&nbsp;</span></p>
<p><strong><span style="font-size: 9.0pt; font-family: ">Programa&ccedil;&atilde;o</span></strong></p>
<p><span style="font-size: 9.0pt; font-family: ">Semana 1: Jornalismo de interesse p&uacute;blico</span></p>
<p><span style="font-size: 9.0pt; font-family: ">Semana 2: Internet &ndash; Uma ferramenta de servi&ccedil;o p&uacute;blico</span></p>
<p><span style="font-size: 9.0pt; font-family: ">Semana 3: Ferramentas digitais</span></p>
<p><span style="font-size: 9.0pt; font-family: ">Semana 4: Como tornar seu projeto vi&aacute;vel</span></p>
<p><span style="font-size: 9.0pt; font-family: ">Semana 5: Discuss&atilde;o de projetos em jornalismo de interesse p&uacute;blico</span></p>
<p><span style="font-size: 9.0pt; font-family: ">&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-size: 9.0pt; font-family: ">Para se inscrever,<span>&nbsp;</span><a href="http://e-learn.icfj.org/enrol/index.php?id=222" target="_blank"><strong><span style="color: black;">clique aqui.</span></strong></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>]]></description></item></channel>
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